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Neurosis ressuscitam num mundo em chamas

Com Aaron Turner a bordo, Neurosis regressam em março com novo álbum que encerra o hiato desde 2022 e relança a banda no panorama da música extrema

An Undying Love for a Burning World é o 12.º álbum dos californianos Neurosis, o primeiro numa década
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  • Os Neurosis ressuscitaram, encerrando um hiato desde 2022 após divulgação de alegações de violência doméstica envolvendo o fundador Scott Kelly.
  • Em março foi lançado o 12.º álbum da banda, An Undying Love for a Burning World, a primeira obra da banda na última década.
  • Scott Kelly foi substituído por Aaron Turner, músico dos Isis e Sumac, que assume o lugar no grupo.
  • Aaron Turner está ligado a um retorno marcado por uma viagem turbulenta para a banda, com Turner também associado à editora Hydra Head (1993–2020).

Sem aviso, em março de 2026 os Neurosis anunciaram a ressurreição do grupo com o lançamento de um novo álbum, pondo fim a um hiato iniciado em 2022. O 12.º disco, intitulado An Undying Love for a Burning World, marca o regresso após uma pausa associada a controvérsias envolvendo o fundador da banda.

A parceria com Aaron Turner, antigo elemento de Isis e Sumac, foi central para a transformação da formação. Turner assume o papel de vocalista e guitarrista, num ano em que o grupo passou a integrar também a editora Hydra Head, histórica referência no panorama extremo. A notícia foi recebida como uma surpresa positiva pelos fãs e pela imprensa especializada.

Nova formação, novo capítulo

Scott Kelly, fundador da banda, ficou afastado após relatos de violência doméstica. Desde então, o grupo mudou de lineup, apostando em Turner para liderar a sonoridade dos Neurosis. O lançamento de An Undying Love for a Burning World ocorre numa fase de maior visibilidade para o ensemble californiano, que atravessou uma crise interna sem precedentes.

Segundo fontes próximas, a produção manteve o núcleo de influências do grupo, mantendo a abordagem de pós-metal que marcou a carreira dos Neurosis ao longo de quase três décadas. A imprensa descreve o álbum como um marco de reconciliação entre o passado da banda e o novo capítulo sonoro.

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