- Claire Simon volta ao universo escolar para um “filme de escola” centrado nos miúdos.
- A realizadora trabalha há muito a dobra entre ficção e documentário, valorizando essa fusão nos seus trabalhos.
- Os seus melhores filmes, como Géographie Humaine e Gare du Nord, combinam um documentário e uma ficção que percorrem o mesmo espaço.
- Ambos os trabalhos exploram, a partir da estação Gare du Nord, a visão sobre o local e as pessoas que o habitam.
Claire Simon volta ao universo escolar com um novo filme centrado nas crianças, apresentando um “filme de escola” que coloca os miúdos no centro da narrativa.
A diretora tem explorado a fronteira entre ficção e documentário ao longo da sua carreira, e o novo projeto prossegue essa linha de pesquisa. O filme dialoga com o que já mostrou em obras anteriores.
A dupla de referências permanece patente: Géographie Humaine e Gare du Nord. Em ambas, Simon trabalha sobre o mesmo espaço, agora aplicado ao ambiente escolar e às vivências dos alunos.
O objetivo é acompanhar as dinâmicas e as histórias das crianças sem recorrer a estilizações, mantendo o foco na observação e na veracidade das situações apresentadas.
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