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Atraso na emissão de vistos impede sonho de estudantes guineenses

Vistos atrasados impedem entrada de dez estudantes guineenses; PSP reteve cinco no Aeroporto de Lisboa, outros cinco aguardam decisão de repatriamento

PSP, aeroporto lisboa
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  • Dez estudantes da Guiné-Bissau, todos em mestrados e pós‑graduações, foram barrados pela PSP no Aeroporto de Lisboa por dúvidas sobre os vistos.

  • Cinco já foram repatriados; os outros cinco aguardam decisão no centro de instalação temporária do aeroporto.

  • O atraso deve‑se ao envio das inscrições para as faculdades portuguesas pelo Ministério da Educação para a embaixada em Bissau, com vistos de entrada geralmente emitidos apenas no início do ano civil seguinte.

  • Os vistos, com data de março, chegaram a Lisboa, levando a PSP a não permitir a viagem; as universidades estão a fornecer declarações atualizadas e exige‑se prova de meios de subsistência e de residência em Portugal.

O caso envolve 10 estudantes da Guiné-Bissau que foram impedidos de entrar em Portugal pela PSP no Aeroporto de Lisboa. Os alunos estavam matriculados em mestrados e Pós-Graduações e viajaram com vistos emitidos anteriormente, datados de março deste ano. A operação ocorreu após chegarem a Lisboa, com dúvidas sobre a finalidade da sua estadia.

De acordo com Amadu Sabali, presidente da Associação de Estudantes da Guiné-Bissau em Lisboa, o grupo dividiu-se entre quem chegou na sexta-feira e quem chegou no domingo. Cinco estudantes já foram repatriados pela PSP e os restantes cinco aguardam a decisão num centro de instalação temporária no aeroporto.

O motivo aparente prende-se com a emissão dos vistos de entrada. O advogado Diogo Pipa explicou que as inscrições nas instituições portuguesas são válidas e foram enviadas pelo Ministério da Educação para a embaixada em Bissau, mas que o processo de obtenção de vistos de entrada só é liberado em outubro ou novembro, quando o ano letivo já está em curso. A PSP questionou a validade do registo, visto que os vistos tinham data de março.

Questões de vistos e funcionamento do processo

Para já, estão em curso diligências para apresentar declarações atualizadas das universidades e comprovar meios de subsistência e residência em Portugal. Segundo o advogado, as informações são essenciais para clarificar o enquadramento legal dos estudantes e permitir a decisão sobre a permanência ou repatriamento. A situação envolve ainda o centro de instalação temporária do aeroporto e autoridades portuguesas competentes.

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