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Artesãos França, Alemanha e Grã-Bretanha fabricam cortinas da Royal Opera House

Novo conjunto de cortinas com monograma de Carlos III substitui as da rainha Isabel II após 27 anos, numa produção europeia para a Royal Opera House

A bordadeira sénior Marg Dier a trabalhar na coroa Tudor para as cortinas da Royal Opera House, na Royal School of Needlework, em Londres
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  • O Royal Ballet e a Ópera encomendaram um novo conjunto de cortinas de palco para a Royal Opera House, substituindo as que ostentavam o monograma da rainha Isabel II, que lá estiveram durante 27 anos.
  • No estúdio do Palácio de Hampton Court, em Londres, a bordadeira Marg Dier costura folhagens em torno do monograma de Carlos III, que ficará na nova cortina.
  • A colaboração envolve a Royal School of Needlework, responsável pela borda dos cantos com o monograma, e a Gerriets, empresa alemã que fabrica as cortinas de veludo de angorá.
  • As cortinas incluem bordado digital e enfeites manuais na coroa, com joias coloridas, arminho e um gorro de veludo vermelho; cada painel mede 9,75 metros de largura por 10,8 metros de altura.
  • A revelação está marcada para a Gala da Primavera, a 14 de maio, descrita como um projecto verdadeiramente europeu.

O Royal Ballet e a Ópera de Londres encomendam um novo conjunto de cortinas de palco para substituir as antigas, que ostentavam o monograma da rainha Isabel II. As novas cortinas vão garantir a abertura e o fecho dos espetáculos na Royal Opera House.

O projeto envolve artesãos da Grã-Bretanha, da Alemanha e de França. Na Madeira de Hampton Court, em Londres, a bordadeira Marg Dier trabalha nos detalhes em torno do monograma real, ainda com o desenho dourado a brilhar.

As cortinas substituem o conjunto que esteve a serviço durante 27 anos, pendurado no centro de Londres e a servir mais de 10.000 espetáculos. A nova produção celebra uma parceria europeia para manter a tradição do palco.

Detalhes técnicos

A decoração dos cantos combina as iniciais “C” e “R”, o número “III” e a coroa Tudor, bordados pela Royal School of Needlework. A Gerriets, empresa alemã, executa as cortinas em veludo de angorá, com acabamento que inclui partes bordadas à mão.

O trabalho envolve bordado digital e pormenores manuais, particularmente na coroa com joias coloridas, arminho e um gorro de veludo vermelho. O conjunto é composto por duas cortinas, cada uma com 9,75 metros de largura e 10,8 metros de altura.

As cortinas seguem o modelo de abertura em guirlanda, com quatro camadas e três de forro, para proteger a peça e oferecer isolamento acústico entre plateia e palco. O monograma será aplicado nos cantos pelos artesãos da Gerriets em Volgelsheim.

A cerimónia de apresentação está marcada para a Gala da Primavera, a 14 de maio. O projeto é descrito pela equipa como uma iniciativa europeia de grande importância para o Royal Opera House.

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