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Hospital cobra 75 mil euros para internar jovens após incêndio num bar suíço

Hospital em Sion cobrou 75 mil euros por 15 horas na UTI de jovens feridos no incêndio de Crans-Montana; governo suíço diz que foi erro e o Cantão de Valais deverá pagar

O Hospital Universitário em Lausanne, Suíça
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  • Um hospital de Sion cobrou 75 mil euros por 15 horas na unidade de terapia intensiva à família de Manfredi Marcucci, 16 anos, gravemente ferido na explosão num bar em Crans-Montana, véspera de Ano Novo, juntamente com outras 18 pessoas.
  • A família ficou surpreendida; o documento indica que as despesas seriam pagas pelo Cantão de Valais, embora o hospital tenha dito tratar-se apenas de uma informação às famílias.
  • A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, descreveu a notícia como um insulto e disse que vai esclarecer responsabilidades; o embaixador em Berna afirmou que houve erro e que as famílias não terão de pagar.
  • O embaixador Gian Lorenzo Cornado regressou à Suíça para tratar do assunto e manteve contactos com o presidente do Cantão de Valais, Mathias Reynard, para esclarecer a situação.
  • A fatura deverá ser paga pelo Cantão de Valais; há suspeitas de que outras dezoito famílias italianas tenham recebido faturas semelhantes.

Um hospital de Sion, Suíça, enviou uma fatura de 75 mil euros pela remuneração de 15 horas de internamento na UTI a uma família italiana. A vítima é Manfredi Marcucci, 16 anos, ferido no incêndio que ocorreu num bar em Crans-Montana na véspera de Ano Novo, envolvendo 19 pessoas.

Segundo o pai de Manfredi, Umberto Marcucci, a família esperava que o Cantão de Valais cobrisse as despesas. O registo médico foi consultado na escola do filho, após a transferência para um hospital em Milão. O pai descreveu o caso como surpreendente e pediu garantias por escrito.

Esclarecimentos oficiais

O Corriere della Sera reportou que o documento se trataria de uma informação às famílias e não de uma obrigação de pagamento. A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, denunciou o caso como insultuoso e prometeu esclarecer a situação e apurar responsabilidades.

O embaixador italiano em Berna, Gian Lorenzo Cornado, afirmou que houve erro no envio da fatura e que as famílias não terão de pagar. O embaixador reuniu-se com o presidente do Cantão de Valais, Mathias Reynard, para obter esclarecimentos.

A fatura deverá ser paga integralmente pelo Cantão de Valais, segundo as informações disponíveis. Suspeita-se que outras 19 famílias italianas tenham recebido faturas semelhantes nalguns casos.

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