- O Ministério Público pediu a condenação de 12 arguidos acusados de agredir dois enfermeiros no serviço de urgência do Hospital de Famalicão, em fevereiro de 2022.
- Os arguidos, com idades entre 26 e 48 anos, teriam irrompido nas urgências para exigir atendimento imediato de uma familiar.
- Susana e Joaquim teriam criado o argumento para a atuação dos restantes, devendo receber penas mais pesadas.
- O MP solicitou penas acima de dois anos, dois anos e meio, por ofensas à integridade física qualificada, dano com violência, entrada em local vedado, coação e ameaça; Susana e Joaquim devem ter penas de prisão efetiva superiores a cinco anos.
- Mesmo que se fixe uma pena com possibilidade de suspensão, não estão reunidos os pressupostos para tal.
O Ministério Público pediu a condenação de 12 arguidos por agressões ocorridas na urgência do Hospital de Famalicão, em fevereiro de 2022. O crime envolve agressões a dois enfermeiros que prestavam serviço no atendimento de urgência.
Os arguidos, com idades entre 26 e 48 anos, teriam irrompido pelas urgências exigindo atendimento imediato para uma familiar. O objetivo alegadamente era obter prioridade no atendimento, sem respeitar os procedimentos normais.
Susana e Joaquim são apontados pelo MP como os que criaram o argumento para a atuação dos restantes. A promotoria sustenta que estes dois devem ser condenados a penas mais elevadas, por constituírem a base da atuação criminosa.
Penas solicitadas pelo MP
O MP requer penas de prisão efetiva superiores a cinco anos para Susana e Joaquim, tendo em conta a gravidade das ações. Para os demais arguidos, a promotoria aponta penas acima de dois anos, dois anos e meio, por ofensas à integridade física qualificada, dano com violência, introdução em lugar vedado, coação e ameaça.
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