Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Espanha, Brasil e México rejeitam intervenção militar dos EUA em Cuba

Madrid, Brasília e Cidade do México recusam intervenção militar dos EUA em Cuba e anunciam reforçar ajuda humanitária, defendendo diálogo e soberania

Os serviços de recolha e tratamento de lixo já não funcionam em Havana devido à falta de combustível
0:00
Carregando...
0:00
  • Espanha, Brasil e México emitiram uma posição conjunta rejeitando qualquer intervenção militar dos EUA em Cuba e pedem diálogo.
  • O comunicado, divulgado à margem da IV Reunião em Defesa da Democracia em Barcelona, afirma que é preciso reforçar os esforços de apoio humanitário a Cuba, citando a crise provocada pelo embargo energético norte‑americano.
  • Os líderes Pedro Sánchez, Luiz Inácio Lula da Silva e Cláudia Sheinbaum destacaram a necessidade de respeitar a integridade e a soberania cubanas, e que o povo de Cuba decida o seu futuro em plena liberdade.
  • O texto enfatiza evitar ações que agravem as condições de vida da população ou violem o direito internacional, sem mencionar explicitamente os EUA.
  • Segundo a imprensa, uma delegação do Departamento de Estado norte‑americano reuniu‑se em Havana com representantes do regime cubano para discutir reformas e a possível restauração da Internet via serviços como Starlink.

O governo de Espanha, o Brasil e o México emitiram uma posição conjunta contra qualquer intervenção militar dos EUA em Cuba. O comunicado foi divulgado na noite de sábado, à margem da IV Reunião em Defesa da Democracia, realizada paralelamente a uma mobilização global de jovens progressistas. Os três países apelam ao diálogo e a uma solução pacífica.

O texto sustenta que é preciso intensificar o apoio humanitário a Cuba para mitigar a crise provocada pelo embargo energético imposto pelos EUA. A declaração ressalva que a população cubana deve ter acesso a alimentos, medicamentos e serviços básicos, sem pressões externas.

O documento, citado pelo El País, não menciona diretamente os EUA, mas reforça a defesa da integridade territorial, da soberania cubana e do direito do povo cubano de definir o próprio futuro em liberdade.

Contexto internacional

Segundo o Axios, uma delegação do Departamento de Estado dos EUA, liderada por Marco Rubio, encontrou-se com representantes de Cuba em Havana na sexta-feira. O encontro ocorreu num momento de descontentamento popular no país.

Os EUA teriam insistido na necessidade de reformas políticas e económicas, além de oferecer apoio para restaurar serviços de Internet na ilha, com propostas baseadas em tecnologias satélite, como o Starlink.

Repercussão e próximos passos

A posição conjunta visa sinalizar neutralidade e apoio a vias diplomáticas. Não há menção a sanções adicionais por parte dos países signatários. A prioridade é evitar ações que agravem a crise humanitária sem violar o direito internacional.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais