- O Fórum Nacional dos Clubes Ciência Viva na Escola realizou-se no CNEMA, em Santarém, reunindo escolas, alunos, professores e investigadores para um dia de experimentação científica para todas as idades.
- Nas bancadas, foram apresentados projetos como um carro que segue uma linha, candeeiros com flores integradas, um robô que dança e uma pista onde a velocidade depende do esforço de pedalar.
- O ponto alto é o carro solar do Centro Ciência Viva dos Arcos, movido exclusivamente pela energia solar, com kits que explicam motores, rodas e painéis solares.
- O evento não é competitivo; visa criar redes entre alunos, professores, investigadores, universidades, politécnicos, centros de investigação e empresas.
- Líderes presentes destacaram a importância da literacia científica e da ligação entre escolas e desenvolvimento económico, contribuindo para fixar talentos em Santarém.
No CNEMA, em Santarém, decorreu o Fórum Nacional dos Clubes Ciência Viva na Escola, um dia de ciência prática para alunos, professores e investigadores. O evento reuniu diversas escolas e centros científicos, com Pavilhão cheio de experiências.
Bancadas lado a lado mostraram robôs, carros que leem o chão e experimentos com energia solar. Alunos explicavam aos visitantes o que aprenderam, corrigindo ideias ao longo de uma tarde de demonstrações e interação. A música da ciência não faltou.
Entre exemplos, houve um carro que segue uma linha no chão, candeeiros com flores integradas à luz e um robô que dança ao ritmo das redes sociais. Uma bicicleta movida por energia humana ligou-se a um carro na pista de demonstração.
Ponto alto do evento
O carro solar do Centro Ciência Viva dos Arcos destacou-se pela condução movida pela energia do sol. Joana Amorim explica que o conjunto inclui também kits em miniatura para entender motores, rodas e painéis solares na prática, misturando ciência, história e sustentabilidade.
Guilherme Justo, 16 anos, da Escola Secundária de Vendas Novas, demonstrou que a programação pode ser acessível: em três horas sincronizou movimentos de um robô dançarino com auxílio do professor. A experiência mostra que ciência pode ser divertida e inclusiva.
O encontro não teve caráter competitivo, segundo Pedro Russo, presidente da Ciência Viva. O objetivo foi mostrar diversidade de projetos e criar redes entre alunos, docentes, universidades e empresas para ampliar a literacia científica.
Domínio e política educativa também estiveram em debate. Luís Pereira dos Santos, do EduQA, sublinhou a ligação entre ciência e desenvolvimento económico e a importância de comunicar bem para distinguir veracidade de desinformação.
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