- O grupo Impresa foi novamente condenado em relação ao caso de assédio laboral da ex-jornalista Alexandra Carita do Expresso.
- O Tribunal da Relação de Lisboa agravou o montante a pagar, fixando-o em 87.200 euros.
- Parte desse valor corresponde a dez anos de subsídios de férias e de Natal que nunca lhe foram pagos.
- Alexandra Carita foi sujeita, durante anos, a piadas por parte do chefe e a sobrecarga de trabalho.
- A jornalista recebia pagamentos através de recibos verdes durante esse período.
O Tribunal da Relação de Lisboa agravou a condenação do Grupo Impresa no caso de assédio laboral envolvendo a ex-jornalista Alexandra Carita, do Expresso. A decisão fixou o pagamento de 87.200 euros à autora.
Parte do montante resulta de dez anos de subsídios de férias e de Natal que nunca lhe foram pagos, devido à natureza do vínculo de trabalhadora a recibos verdes. O tribunal entendeu que esses montantes deveriam ter sido garantidos ao longo desse período.
Alexandra Carita alegou ter sido sujeita a humilhações no local de trabalho e a uma sobrecarga de tarefas ao longo de vários anos. A decisão reafirma a responsabilidade do grupo e detalha o montante a pagar pela situação de assédio e pela forma de contrato utilizada.
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