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PS pede à Constitucional reavaliação da perda de nacionalidade

PS pede fiscalização preventiva ao Tribunal Constitucional do decreto que prevê perda de nacionalidade por crimes como tráfico de droga ou armas, após aprovação parlamentar

Eurico Brilhante Dias, líder parlamentar do PS, realçou que a lei da nacionalidade mereceu "oposição política" dos socialistas
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  • O Partido Socialista vai pedir a fiscalização preventiva do decreto que prevê a perda de nacionalidade em crimes como tráfico de droga ou de armas junto do Tribunal Constitucional.
  • O diploma foi aprovado no início do mês por PSD, Chega, IL e CDS-PP e está nas mãos do presidente da República.
  • O líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, afirma que a sanção acessória é inconstitucional e cria um quadro sancionatório diferente entre portugueses para o mesmo tipo de crime; o pedido deve ser apresentado até à próxima terça-feira.
  • A lei da nacionalidade foi aprovada em abril, após reapreciação de diplomas considerados parcialmente inconstitucionais pelo Tribunal Constitucional, resultado de negociações entre PSD e Chega.
  • O acordo incluiu a inclusão de crimes defendidos pelo Chega, como associação criminosa ligada a tráfico de droga ou tráfico de armas, como fundamento para a perda de nacionalidade.

O Partido Socialista vai solicitar à fiscalização preventiva do Tribunal Constitucional o decreto que prevê a perda de nacionalidade em crimes como tráfico de droga ou de armas. O diploma foi aprovado no início do mês por PSD, Chega, IL e CDS-PP e está nas mãos do Presidente da República.

O líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, afirmou que a sanção acessória de perda de nacionalidade é inconstitucional e cria um quadro sancionatório diferente entre portugueses para o mesmo tipo de crime. O pedido de fiscalização deverá ser apresentado até à próxima terça-feira.

Brilhante Dias explicou que a totalidade da lei teve oposição política do PS, mas o grupo parlamentar decidiu pedir apenas a fiscalização do decreto ao TC, mesmo antes da avaliação presidencial.

Contexto legislativo

Em abril, a Assembleia da República aprovou a nova lei da nacionalidade após reapreciação de diplomas considerados parcialmente inconstitucionais pelo TC. O acordo resultou de negociações entre PSD e Chega.

Entre as concessões, o PSD/CDS-PP aceitou incluir crimes defendidos pelo Chega como fundamentação para a perda de nacionalidade, nomeadamente a associação criminosa ligada a tráfico de droga ou de armas.

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