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Dior e jarra chinesa cruzam-se na Gulbenkian numa exposição de arte e moda

Exposição "Arte & moda" na Gulbenkian junta obras da coleção com alta-costura de Dior e outros, realçando o diálogo entre Oriente e Ocidente

Um quadro de Jean-Marc Nattier e uma peça de Nuno Gama Foto: Jon Cazenave
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  • A exposição Arte & moda da Fundação Gulbenkian, em Lisboa, decorre entre 18 de abril e 21 de junho, reunindo cerca de 100 obras da coleção do Museu Gulbenkian e 140 peças de alta-costura de nomes como Dior, Balenciaga, Yves Saint Laurent, Versace, Jean Paul Gaultier, Vivienne Westwood, Guo Pei e Alexander McQueen, incluindo criadores portugueses.
  • A curadoria é de Eloy Martínez de la Pera Celada e a mostra explora relações entre moda e arte, com exemplos como bordado de Sarah Burton para Givenchy e uma caixa lacada japonesa do século XIX, ou vestidos e plissados que dialogam com referências históricas.
  • O projeto museográfico funciona como uma viagem pelo imaginário estético humano, refletindo o espírito de Calouste Gulbenkian e o interesse do casal Gulbenkian pela preservação de peças representativas de diferentes civilizações.
  • As peças de alta-costura vêm de coleções como MUDE, Museo del Traje de Madrid, Museu Nacional do Traje de Lisboa, Givenchy e Fundação Azzedine Alaïa; há ainda um catálogo de 344 páginas já editado para a mostra.
  • Horários: domingo a sexta, 10h às 18h; sábado, 10h às 21h; encerra à terça-feira. O bilhete geral custa 8 euros, com descontos para menores de 30 anos, maiores de 65, portadores do cartão Gulbenkian; entrada gratuita aos domingos a partir das 14h para menores até 18 anos e para jovens até 30 anos ao sábado entre as 18h e as 21h.

A exposição Arte & moda chega à sede da Fundação Gulbenkian, em Lisboa, de 18 de abril a 21 de junho. O outro fio condutor é a relação entre arte e moda, sob curadoria de Eloy Martínez de la Pera Celada, que apresenta Gulbenkian como um “colecionador de beleza”.

A mostra reúne cerca de 100 obras da coleção do Museu Gulbenkian e 140 peças de alta-costura assinadas por designers internacionais como Dior, Balenciaga, Yves Saint Laurent, Versace, entre outros. Também entram criadores portugueses como Alves/Gonçalves, José António Tenente e Nuno Baltazar.

Entre os destaques, há um bordado de Sarah Burton para Givenchy que dialoga com uma caixa lacada japonesa do século XIX; um vestido Fortuny Delphos e plissados de Azzedine Alaïa que conversam com a iconografia de Sir Edward Burne-Jones. A sala inclui uma jarra de porcelana chinesa do período Qianlong ao verde Nilo da moda do século XIX.

O projeto museográfico foi pensado como uma viagem pelo imaginário estético da humanidade, mostrando o desejo de Gulbenkian por peças representativas de várias civilizações. O objetivo é refletir o espírito da coleção e das escolhas do casal Gulbenkian.

A mostra funciona como metáfora visual do museu, que está temporariamente encerrado para obras de requalificação. Oriente e Ocidente, antigo e contemporâneo dialogam em busca de novos sentidos.

As obras de alta-costura pertencem a coleções como MUDE, Museo del Traje de Madrid e Museu Nacional do Traje de Lisboa, entre outros. O catálogo destaca as peças fotografadas lado a lado com as criações expostas.

Horários e bilhetes: a exposição abre de domingo a sexta, das 10h às 18h, e aos sábados até às 21h. O serviço encerra à terça-feira. O bilhete geral custa 8 euros; há descontos para menores de 30 e maiores de 65, bem como portadores do cartão Gulbenkian.

A entrada é gratuita aos domingos a partir das 14h para menores até 18 anos, e aos sábados entre as 18h e as 21h para jovens até 30 anos.

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