- Um arquiteto de Bragança está a desenvolver o projeto comunitário “O Cravo é de Todos”, reunindo já mais de 180 participantes, portugueses e estrangeiros, na construção coletiva de um cravo.
- O objetivo é usar o cravo como símbolo vivo da liberdade, não apenas como objeto.
- A iniciativa serve para assinalar o 25 de abril de 1974.
- A equipa transformou tradições de Trás-os-Montes em peças de madeira, com cravos em miniatura que viraram uma coleção de património nacional.
- As peças são produzidas pela Cut Out, estúdio criativo de Bragança, e já são vendidas por todo o país.
O Cravo é para Todos é um projeto comunitário desenvolvido em Bragança, com o objetivo de recordar o 25 de Abril de 1974 através de uma construção coletiva. A iniciativa envolve já mais de 180 participantes, nacionais e estrangeiros, que trabalham juntos na criação de um cravo de madeira.
O projeto transforma tradições da região de Trás-os-Montes em objetos artísticos, mantendo o cravo como símbolo vivo de liberdade. A ideia é que o cravo em miniatura se torne a primeira coleção que projeta o património e a identidade nacionais, numa abordagem de memória e cultura partilhadas.
A iniciativa é liderada pelo arquiteto Mário Ortega, proprietário do estúdio Cut Out, sediado em Bragança. O estúdio costuma trabalhar objetos e projetos ligados à memória, identidade portuguesa e cultura local, com sucesso de venda em todo o país.
A iniciativa e o envolvimento
A produção de cravos de madeira visa apresentar uma peça simbólica que seja ao mesmo tempo arte e memória coletiva. O projeto tem recebido apoio de participantes locais e internacionais, que colaboram na construção e na divulgação da iniciativa.
O objetivo é manter viva a ligação entre Bragança, as tradições de Trás-os-Montes e o conceito de liberdade expresso pelo símbolo do cravo. A atividade funciona como ponte entre passado histórico e expressão criativa contemporânea, sem agendar uma data de conclusão fixa.
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