- Angelita Pérez foi uma das cerca de 80 mil crianças enviadas em exílio para fugir da Guerra Civil Espanhola, entre 1937 e 1939.
- As crianças viajavam acompanhadas por professores ou educadores.
- A narrativa aborda a relação entre mãe e filha durante a fuga, com um périplo soviético a servir de pano de fundo.
- O texto destaca o papel das redes de apoio internacional na operação de exílio de crianças.
- Através do relato, manifesta-se a memória de deslocados infantis desse período histórico.
O romance em destaque analisa a relação entre uma mãe e a filha durante a Guerra Civil Espanhola, com um périplo soviético como pano de fundo. A narrativa foca a sobrevivência e o elo familiar frente à violência.
Entre 1937 e 1939, cerca de 80 mil crianças cruzaram fronteiras com professores e educadores para o exílio, a fim de escapar aos combates e às perseguições. O processo envolveu redes escolares e famílias anfitriãs.
Angelita Pérez está entre as crianças citadas nesses relatos históricos, cuja fuga se desenrolou durante o período de exílio promovido por organizações educativas e internacionais da época. O foco é a experiência individual dentro de um contexto coletivo.
Contexto histórico
A situação gerou uma mobilização humanitária que incluiu transporte, abrigo temporário e integração escolar em países acolhedores, com impactos duradouros nas comunidades envolvidas. A obra traz testemunhos que ajudam a compreender o fenómeno.
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