- Fundação Cultursintra e a Fábrica da Igreja Paroquial de São Pedro de Almargem do Bispo assinaram um protocolo de cooperação para a recuperação da Igreja de São Pedro, templo do século XVI classificado como Imóvel de Interesse Público.
- O acordo insere-se na estratégia do Município de Sintra de valorização, salvaguarda e reabilitação do património edificado, executada pela Fundação Cultursintra FP.
- A intervenção resulta de fragilidades arquitetónicas identificadas em parecer técnico especializado, cuja correção é urgente para evitar danos irreversíveis.
- Sob o protocolo, a Fundação Cultursintra FP atribuirá apoio financeiro até ao montante máximo de 250 mil euros, com acompanhamento técnico e mecanismos de controlo.
- O presidente da Câmara Municipal de Sintra, Marco Almeida, destacou a proteção do património como responsabilidade colectiva e o valor identitário, cultural e comunitário dos edifícios.
A Fundação Cultursintra FP e a Fábrica da Igreja Paroquial de São Pedro de Almargem do Bispo assinaram um protocolo para a recuperação da igreja, templo do século XVI classificado como Imóvel de Interesse Público.
O acordo enquadra a estratégia do Município de Sintra de valorização, salvaguarda e reabilitação do património edificado, com a Fundação a funcionar como instrumento de execução da política municipal.
A intervenção resulta de fragilidades arquitetónicas identificadas num parecer técnico especializado, considerado urgente para prevenir danos irreversíveis e assegurar a preservação a médio e longo prazo.
Sob o protocolo, a Fundação atribuirá apoio financeiro até ao montante máximo de 250 mil euros, sob financiamento público condicionado, sujeito a acompanhamento técnico e a mecanismos de controlo para garantir a correta aplicação dos recursos.
Marco Almeida, presidente da Câmara Municipal de Sintra, sublinha que a proteção do património é uma responsabilidade coletiva e um compromisso do executivo, reconhecendo o valor arquitetónico e a dimensão identitária, cultural e comunitária dos edifícios.
A recuperação da igreja permitirá salvaguardar um relevante exemplar do património edificado do século XVI e reforçar a sua fruição pela comunidade, tanto na função religiosa como como espaço de valorização cultural e histórica.
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