- Wura Moraes apresenta “Reverberações” em estreia no Festival DDD, no Porto, numa tríade entre a bailarina, o pai e o tio, inscritos no corpo.
- O espetáculo nasce da relação com os arquivos de Mário Calixto e de Miltércio Santos, cruzando linhagens familiares.
- A coreógrafa cresceu rodeada pela dança, numa casa em Amarante descrita como uma residência artística com visitas constantes.
- O pai era Mário Calixto, bailarino e coreógrafo, falecido em 1997; a mãe é Ana Moraes, e a tia é Miltércio Santos, falecido em 2024.
- A peça explora a ligação entre tradição familiar e prática artística, sem recorrer a afirmações externas.
Wura Moraes estreia Reverberações no Festival DDD, no Porto, uma peça que nasce da relação com os arquivos de Mário Calixto e de Miltércio Santos. O espetáculo coloca a dança no centro de uma narrativa arquivística e familiar.
A coreógrafa e bailarina trabalha com uma tríade formada pelo pai, Mário Calixto, e pelo tio, Miltércio Santos, ambos inscritos no corpo. A obra cruza trajetórias artísticas de gerações distintas.
O que motivou a criação é a ligação de Moraes a um conjunto de memórias, imagens e documentos que acompanham a sua história de vida. O resultado é uma apresentação que liga passado e presente.
Contexto
A estreia acontece no âmbito do Festival DDD, no Porto, marcado pela exploração de arquivos e memórias na dança contemporânea. O projeto surge a partir de uma pesquisa performativa que envolve família e legado artístico.
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