- A renovação do Coliseu de Roma revelou várias colunas de entrada enterradas há séculos, proporcionando uma nova perspetiva sobre a antiga estrutura.
- Novos blocos de mármore travertino foram instalados no exterior da arena, markando onde outrora se erguiam as entradas principais.
- O projeto reconstitui o perímetro do monumento, incluindo a pavimentação e a dimensão de todos os fornici que estavam soterrados.
- A obra permitiu recuperar a legibilidade da planta do anfiteatro Flávio e melhorou o sistema de drenagem das águas pluviais, integrando-o no desenho do pavimento.
- Alfonsina Russo, arqueóloga do Ministério italiano do Património Cultural, explicou que algumas secções dos corredores de entrada desapareceram desde o século VI d.C. e que a recuperação visa reduzir instabilidades do solo. O Coliseu continua a ser a atração turística mais visitada de Itália.
O Coliseu de Roma passou por uma renovação que revelou estruturas enterradas há séculos. Entre elas, várias colunas de entrada foram encontradas ao longo do perímetro da arena, agora realçado com novos blocos de mármore travertino.
O restauro devolveu legibilidade à planta do anfiteatro Flávio e valorizou detalhes antigos, incluindo a numeração original das entradas para orientar o público. O projeto também reorganiza o sistema de drenagem de águas pluviais, integrada no pavimento.
A intervenção foi dirigida pelo arquiteto Stefano Boeri, que destacou a intenção de devolver aos visitantes uma perceção fiel das proporções do monumento, com o perímetro reconstruído e as áreas das fornici desenterradas. Alfonsina Russo, arqueóloga, explicou as secções dos corredores públicos que tinham ruído desde o século VI.
Detalhes do restauro
Foram reconstituídas as cotas originais do monumento, facilitando a leitura do conjunto e a visualização do século I d.C. As novas entradas permanecem sinalizadas pela integração das marcas históricas no piso e nos arcos.
Impacto para os visitantes
Com o retorno de parte do enquadramento original, a experiência no Coliseu torna-se mais próxima da vivência antiga, ao mesmo tempo que permanece a principal atração turística de Itália, recebendo milhões de visitantes por ano.
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