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Fundador da Doutor Finanças sob queixas de assédio e moral

Cofundador do Doutor Finanças enfrenta denúncias de assédio sexual e moral; afastado da liderança no início de 2025, proibido de entrar nas instalações

Rui Pedro Bairrada foi um dos fundadores da empresa Doutor Finanças em 2014
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  • O cofundador e acionista da Doutor Finanças é alvo de várias denúncias de assédio sexual e moral, ocorridas quando liderava a empresa, cargo que abandonou no início de 2025.
  • As queixas referem-se a comentários impróprios em contexto profissional, especialmente sobre mulheres, bem como a gritos e discurso agressivo, reunidas em dois conjuntos.
  • As denúncias foram apresentadas pelos canais internos, levaram à emissão de duas notas de culpa; o processo disciplinar está em curso e o visado já foi proibido de entrar nas instalações.
  • Rui Pedro Bairrada nega as acusações, afirma ter a consciência tranquila e disse que vai apresentar provas em sede própria; acusa a atual direção de instrumentalização e de imputações falsas.
  • A Doutor Finanças confirmou que o processo é rigoroso e independente, e que Bairrada está afastado da liderança desde o início do ano passado; a empresa tem mais de 300 colaboradores, atua em Portugal, Itália e Espanha, com volume de negócios anual de cerca de €20 milhões.

O cofundador e acionista Rui Pedro Bairrada é alvo de denúncias de assédio sexual e moral, ocorridas quando ainda liderava a empresa Doutor Finanças, cargo que abandonou no início de 2025. Entre as queixas estão comentários impróprios em contexto profissional e um discurso agressivo, incluindo elevado tom para com colaboradoras.

As queixas foram apresentadas pelos canais internos e resultaram em duas notas de culpa. O processo disciplinar permanece em curso, e o acusado já tem veto de entrada nas instalações da empresa.

Bairrada nega as acusações, afirma estar com a consciência tranquila e já contestou as notas de culpa. Alega possuir provas e sustenta que vai apresentá-las em sede própria, acusando a direção atual de instrumentalizar o processo com imputações falsas e difamatórias.

Fonte oficial do Doutor Finanças confirma um processo rigoroso e independente, salientando que o ex-líder está afastado desde o início do ano passado. O processo foi desencadeado após denúncias de comportamentos incompatíveis com os valores da organização, sem data prevista para o término.

Fundador em 2014 da empresa que hoje emprega mais de 300 pessoas e distingue lojas em Portugal, o grupo opera também em Itália e Espanha, com volume de negócios anual próximo dos 20 milhões de euros.

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