- O Festival de Avignon, aos 80 anos, transforma-se numa “grande festa das perguntas”.
- O coreano é a língua convidada, e Isabelle Huppert é chamada a reinterpretar um romance de Han Kang.
- Do Brasil chegam Lia Rodrigues, Carolina Bianchi e Christiane Jatahy com Wagner Moura.
- A programação sustenta perguntas sobre o papel das artes, a relação entre amor e compreensão, e a possibilidade de dançar uma língua.
- Questões centrais incluem quando a crise climática tornará os festivais de Verão impossíveis e quanto tempo o festival poderá durar.
Na 80ª edição do Festival de Avignon, a programação inclui a presença de convidados internacionais e refletências sobre o momento atual das artes. O coreano surge como língua convidada, enquanto Isabelle Huppert é chamada a reinterpretar um romance de Han Kang. Do Brasil chegam artistas de renome como Lia Rodrigues, Carolina Bianchi e Christiane Jatahy, com a participação de Wagner Moura.
O festival aposta numa experiência que junta cinema, teatro e performatividade, com destaque para encenações e leituras que atravessam fronteiras. A proposta envolve uma reflexão sobre o papel das artes numa era de questionamentos globais, num evento que celebra a atualidade das perguntas em vez de oferecer respostas prontas.
Entre os destaques, a presença de Isabelle Huppert pretende trazer uma leitura dramática de uma obra de Han Kang, em que a palavra e o corpo ocupam lugar central. A participação de artistas brasileiros, como Lia Rodrigues, Carolina Bianchi e Christiane Jatahy, com Wagner Moura, conecta a programação a um diálogo pan-americano.
A organização do festival não detalha ainda datas específicas de estreias ou horários, mas afirma que a seleção privilegia trabalhos que provoquem pensamento crítico e diálogo entre espectadores. O objetivo é manter o Avignon Festival como palco de perguntas abertas, ao longo de toda a programação.
Elementos: o que acontece, quem envolve, quando e onde, porquê. O festival permanece centrado na investigação artística, promovendo encontros que desafiam perceções e incentivam o debate público sobre questões contemporâneas.
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