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Ministro reage a críticas sobre Saramago; alternativa também militante do PCP

Ministro diz que a opção é técnica e sem viés; a alternativa também é militante do PCP, o que pode tornar Saramago leitura opcional no 12.º ano

Ministro Fernando Alexandre no parlamento
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  • O ministro da Educação respondeu a críticas do PS sobre a hipótese de Saramago deixar de ser leitura obrigatória no 12.º ano, dizendo que a alternativa também é militante do PCP.
  • A proposta integra a versão preliminar revista das aprendizagens essenciais, em consulta pública desde 27 de março, com três obras disponíveis para leitura pelos alunos de Português.
  • Inicialmente, as leituras obrigatórias contemplavam Memorial do Convento ou O Ano da Morte de Ricardo Reis; a revisão acrescenta um terceiro título, Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde, de Mário de Carvalho.
  • O deputado Porfírio Silva afirmou que o debate tem componente política e pediu garantias de que não haverá enviesamento ideológico nas leituras obrigatórias.
  • O ministro afirmou que a consulta pública é técnica e que José Saramago continua a ser uma referência literária, com a decisão ainda por tomar.

O ministro da Educação respondeu a críticas do PS sobre a leitura obrigatória de José Saramago no 12.º ano. A justificação ressaltou que a opção curricular não tem viés político, destacando que a alternativa prevista na revisão envolve também um autor com ligação ao PCP. O tema surgiu no debate parlamentar em torno da revisão das aprendizagens essenciais.

O deputado Porfírio Silva, do PS, pediu esclarecimentos sobre a possível perseguição ideológica na seleção de obras, apelando a garantias de que a escolha não seria politics. O deputado argumentou que a alteração pode transformar uma decisão técnica em decisão política, levantando preocupações sobre o enquadramento curricular.

O ministro Fernando Alexandre reiterou que a consulta pública sobre as AE é de natureza técnica e não implica decisões já tomadas. Observou que a proposta atual inclui uma terceira opção, com um livro de Mário de Carvalho, mantendo ainda duas obras de Saramago como alternativas dentro do romance. Saramago é referenciado como escritor de referência e há espaço para que as escolas escolham entre diferentes autores nacionais. A consulta pública está em consulta desde 27 de março.

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