- Arqueólogos criam um mapa para registar o património iraniano danificado pela guerra que já dura há um mês.
- A guerra foi iniciada pelos Estados Unidos e por Israel, segundo o contexto do documento.
- Sepideh Maziar, investigadora responsável pelo projeto, afirma que a destruição do património cultural implica uma perda de identidade e memória da nação.
- O Palácio de Sa’dabad, em Teerão, é citado entre os monumentos que sofreram danos desde o início do conflito.
- O objetivo do projeto é documentar os danos e preservar a memória cultural para o futuro.
O grupo de arqueólogos está a mapear e registar o património do Irão afectado pela guerra que começou há um mês, com foco na documentação de danos e na preservação da memória histórica. O projeto pretende criar um arquivo acessível para reforçar o conhecimento público sobre as perdas.
A investigação envolve equipas internacionais que trabalham junto de sítios históricos, museus e palácios, analisando impactos diretos e indiretos nas estruturas culturais. O objetivo é preservar o legado para futuras gerações, apesar dos estragos.
A destruição de património tem sido uma consequência da escalada do conflito, que envolve ações militares lideradas por Estados Unidos e Israel no território iraniano. Arqueólogos afirmam que este processo agrava a erosão da identidade nacional.
Património danificado
Entre os exemplos de danos está o Palácio de Sa’dabad, em Teerão, citado como um dos monumentos afectados desde o início da guerra. Equipa de registo descreve avarias estruturais e perdas de elementos decorativos.
As equipas apontam a necessidade de financiamento e cooperação internacional para consolidar e preservar os vestígios encontrados, assegurando que o acervo histórico seja mapeado com rigor técnico e actualizado com regularidade.
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