- O Ministério Público arrola 2.152 testemunhas num processo que começa a ser julgado em maio pelo Tribunal Judicial de Castelo Branco.
- São 18 arguidos, incluindo escolas de condução, mediadores e médicos, envolvidos na revalidação de cartas de condução com atestados passados sem que os clínicos vissem os titulares.
- O caso centra-se na revalidação de licenças de condução com atestados médicos.
- O MP acusa os arguidos de falsidade informática e de documentos, e pede condenação.
- O MP também requer a perda de 80 mil euros, valor que terá sido recebido indevidamente por médicos, mediadores e escolas, a favor do Estado.
O Ministério Público arrolou 2152 testemunhas num processo que vai a julgamento no Tribunal Judicial de Castelo Branco, em maio. Estão em causa cerca de seis mil revalidações de licenças de condução com atestados passados sem verificação médica.
À barra do tribunal chegam 18 arguidos, incluindo escolas de condução, mediadores e médicos. Os arguidos são acusados de falsificação informática e de documentos, no âmbito de revalidações de carta de condução.
O MP pede a condenação dos arguidos e a restituição de 80 mil euros ao Estado, correspondente ao valor alegadamente recebido indevidamente por médicos, mediadores e escolas.
Ordem de marcha do processo
As acusações centram-se em atestados médicos que não chegaram a ser verificados junto dos titulares. O objetivo é revalidar licenças com documentos supostamente válidos, segundo a acusação.
Perspectivas e contexto
O julgamento, marcado para maio, envolve diferentes intervenientes no setor da formação e certificação de condutores. A defesa terá a oportunidade de contestar as acusações ao longo do processo judicial.
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