- Desde o início da guerra no Irão, o aumento dos combustíveis tem sido o primeiro grande impacto para o casal.
- A subida da prestação da casa é o maior receio que Rui Ribeiro e Susana Martins enfrentam.
- O casal tem dois filhos, de 20 e 17 anos, e assegura que a segurança familiar não está em causa no momento.
- Defendem a necessidade de prudência e de antecipar eventual período de maior dificuldade.
- Mantêm o foco na preparação financeira para atravessar eventuais impactos, sem expor a família a riscos.
Em Braga, Rui Ribeiro e Susana Martins, dois enfermeiros, enfrentam desde o início da guerra no Irão o primeiro grande impacto: o aumento dos combustíveis. A subida da prestação da casa é o maior receio para o casal.
Com dois filhos, de 20 e 17 anos, garantem que a segurança familiar ainda não está em causa. No entanto, a situação exige prudência para antecipar períodos de maior dificuldade económica.
Não houve ainda dificuldades de rendas, mas os residentes planeiam reduzir despesas e reforçar o controlo do orçamento. A prioridade é manter a estabilidade familiar sem pôr em risco a saúde financeira.
Impacto económico e estratégias familiares
Os enfermeiros destacam que o cenário global, incluindo custos de energia e alimentação, pode evoluir. Procuram acompanhar indicadores económicos e ajustar hábitos de consumo conforme necessário.
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