- A obra da Via Nordeste, em Rio Tinto, Gondomar, encontra-se inacabada.
- Os trabalhos foram interrompidos em 2022 devido a sobreiros, cujo abate depende da autorização do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
- Volvidos quatro anos, não há data definida para o reinício da obra.
- Os munícipes criticam o gasto de oito milhões de euros e dizem que existem outras prioridades.
- A Câmara de Gondomar afirma que aguarda decisões da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e do ICNF para a retoma da empreitada, considerada importante para acessos e mobilidade.
O projeto Via Nordeste, em Rio Tinto, Gondomar, continua inacabado após ter sido interrompido em 2022. A pausa deve-se a questões ambientais ligadas a sobreiros, cuja abate depende de autorização do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF). Hoje não existe data conhecida para o reinício das obras.
Na rede viária prevista, o estado atual é de alcatrão com cascalho e resíduos, sinalizando interrupção prolongada. A população observa a situação com preocupação, questionando o impacto económico da paralisação. O montante total estimado ronda os oito milhões de euros, incluída a Via Estruturante Norte-Sul.
A Câmara de Gondomar tem afirmado que apenas aguarda decisões oficiais para avançar com a retoma da empreitada. O município sublinha que a via é considerada fundamental para melhorar acessos e mobilidade na região.
Estado atual e próximos passos
A autarquia mantém contacto com as entidades competentes, nomeadamente a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e o ICNF, para entender prazos e condições para a continuidade do projeto.
A posição oficial é de que a reabertura depende de conformidades ambientais e de autorizações específicas, sem informação sobre novas datas ou cronogramas. A prioridade municipal permanece a clarificação dos próximos passos.
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