- O motorista de TVDE foi condenado a cinco anos e seis meses de prisão pela agressão a dois clientes no Porto, na madrugada de 27 de fevereiro, na Rua de Faria Guimarães.
- A decisão, proferida no Tribunal de São João Novo, deixou claro que Ruben Teixeira negou ser o autor e apontou para uma “terceira pessoa” como responsável, sem conseguir identificá-la.
- A juíza considerou as lesões graves e que o arguido conformou-se com o resultado em relação à intenção de matar, validando homicídio na forma tentada e ofensas à integridade física.
- Os dois irmãos de Torres Vedras teriam desentendido com o motorista durante o transporte, que expulsou os clientes do veículo e utilizou um objeto para espancar.
- A investigação permitiu identificar o suspeito, que permaneceu em prisão preventiva desde então; as vítimas foram hospitalizadas, com uma em coma, e a outra descreverá o agressor.
O motorista de TVDE foi condenado a cinco anos e meio de prisão pela agressão a dois clientes, na madrugada de 27 de fevereiro, na Rua de Faria Guimarães, no Porto. O inquérito revelou que o conflito decorreu fora de aplicação de serviço via app.
O julgamento ocorreu no Tribunal de São João Novo, com a leitura da sentença esta sexta-feira. O arguido nega ser o autor das agressões e sustenta que a retaliação foi cometida por uma terceira pessoa, potencialmente um segurança da noite.
A magistrada-presidente explicou que a versão apresentada não se sustenta face à prova existente, incluindo testemunhal, pericial e documental. A agressão foi considerada grave, com lesões em zonas vitais e indícios de tentativa de homicídio, associadas a ofensas à integridade física.
Detalhes da investigação e consequências
Os dois irmãos de Torres Vedras eram clientes do motorista na área das Galerias de Paris, no Porto, quando ocorreu o incidente. O desfecho facilitou que o condutor expulsasse os clientes do veículo e utilizasse um objeto para as agressões.
Após o ataque, o agressor deixou o local sem acionar os serviços de emergência. Outros condutores solicitaram auxílio às autoridades e ao INEM. Uma das vítimas ficou em coma, com prognóstico reservado, e a outra foi hospitalizada no São João.
A investigação levou à identificação do suspeito, que ficou em prisão preventiva desde então. As vítimas descreveram o agressor e o veículo à Polícia Judiciária do Porto, contribuindo para a detenção e subsequente sentença.
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