- Um grupo violento foi à força de assalto a um laboratório de canábis medicinal em Beja, e furtou cerca de 100 mil euros em droga.
- Passou a traficar droga, mas a atividade foi travada pela PSP em maio do ano passado.
- A rede, de 15 homens e 5 mulheres, tem idades entre 18 e 45 anos, e vai a julgamento no Tribunal de Beja por 55 crimes.
- A maioria pertence ao grupo juvenil violento autodenominado “Tchubas”; três estão a cumprir penas por tentativas de homicídio.
- Em prisão preventiva estão cinco arguidos, um está em prisão domiciliária resultante da Operação Pelourinho, com investigações da PSP de Beja, PJ de Faro e GNR de Beja.
O grupo violento assaltou uma empresa de produção de canábis medicinal em Beja, furtando cerca de 100 mil euros em droga. A operação policial travou a rede na gestão de tráfego de estupefacentes, em maio do ano passado.
A rede inclui 15 homens e 5 mulheres, com idades entre os 18 e 45 anos. Estão a ser julgados no Tribunal de Beja por 55 crimes relacionados com o caso.
O grupo é maioritariamente composto por jovens associados a um núcleo violento autodenominado “Tchubas”. Três dos arguidos cumprem penas de prisão por tentativas de homicídio.
Cinco arguidos encontram-se em prisão preventiva e um está em prisão domiciliária. A acusação resulta da combinação de ações da PSP de Beja, da Polícia Judiciária de Faro e da GNR de Beja.
Contexto e enquadramento
A investigação, iniciada com a operação Pelourinho em 20 de maio do ano passado, envolveu mais de uma dezena de autos apensados. O processo é alvo de tramitação conjunta entre várias forças de segurança.
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