- Dois meses depois da tempestade Kristin, agricultores em Leiria ponderam abandonar a atividade devido à falta de apoios.
- Muitos produtores que alimentam o país já decidiram sair do sector ou estão a considerar fazê-lo.
- Sem apoios, a produção alimentar é apontada como insustentável por quem ainda trabalha no terreno.
- Quem tenta reerguer-se descreve o processo como distante, quase impossível, diante dos destroços de uma vida de trabalho.
- A ideia de reerguer depende de contrair dívidas, segundo relatos de agricultores que avaliam o futuro da atividade.
Em Leiria, dois meses após a tempestade Kristin, agricultores que trabalham para abastecer o país enfrentam o risco de abandonar a atividade. A falta de apoios públicos surge como o principal obstáculo à recuperação das explorações.
Os produtores descrevem um quadro de destroços após a intempérie, com danos que ainda não foram reerguidos. O peso da recuperação, aliado à escassez de apoios, leva muitos a considerar o fim do negócio.
Entre os que acompanham a atividade, verifica-se uma mudança de perspetiva: sem financiamento disponível, a viabilidade financeira fica comprometida. A produção alimentar classificada como insustentável pelos impactos visíveis.
Fontes locais indicam que ainda não há sinais de retoma significativa. A persistência de dificuldades financeiras e de acesso a apoios condiciona decisões de continuidade ou encerramento das explorações na região.
Entre na conversa da comunidade