- As forças armadas dos EUA realizaram mais um ataque a uma embarcação suspeita de narcotráfico nas Caraíbas, resultando na morte de quatro tripulantes.
- O Comando Sul (Southcom) afirmou que a embarcação atacada circulava em rotas conhecidas de tráfico de droga nas Caraíbas e dedicava‑se a operações de narcotráfico.
- Não houve feridos entre as forças armadas norte‑americans.
- Este ataque eleva para pelo menos cento e sessenta e três o número de mortes desde setembro de 2025, data de início da operação anti‑narcotráfico no Pacífico e nas Caraíbas.
- A legalidade da campanha continua a suscitar debate entre a administração, em especial após ordens executivas relacionadas a cartéis e grupos criminosos designados como organizações terroristas estrangeiras.
O Comando Sul dos Estados Unidos anunciou um novo ataque a uma embarcação suspeita de narcotráfico nas Caraíbas, resultando em quatro mortos entre a tripulação. A operação ocorreu na região caribenha, segundo o Southcom, que comunicou a ação pela rede social X.
A Marinha dos EUA afirmou que a embarcação atacada circulava em rotas conhecidas pelo tráfico de droga e dedicava-se a operações de narcotráfico. Não houve relatos de feridos entre as forças norte-americanas.
Na sexta-feira, os EUA tinham já anunciado um ataque no Oceano Pacífico, o 40.º desde o início da operação militar designada “Lança do Sul”. Com estes novos ataques, o total de mortos desde setembro de 2025 sobe a pelo menos 163.
Contexto e controvérsia
A administração de Donald Trump, que iniciou o segundo mandato em janeiro de 2025, assinou uma ordem executiva que designa cartéis e outros grupos criminosos como organizações terroristas estrangeiras. A legalidade da campanha tem gerado debate entre política e direito internacional.
Paralelamente, os EUA expandem a operação no âmbito da área sob comando do Southcom, em meio a pressões sobre o ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, capturado numa operação norte-americana a 3 de janeiro.
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