- O secretário-geral da Câmara Municipal de Lisboa foi libertado, mas com suspensão imediata do exercício de funções e proibição de frequentar instalações e contactar trabalhadores do município.
- O juiz de instrução criminal considerou que não houve confirmação de associação criminosa, mas verificam-se 14 crimes de abuso de poder, um de corrupção ativa e dois de corrupção passiva.
- Um dos arguidos, alegadamente responsável pela Castros, ficou em liberdade mediante caução de 100 mil euros, com dez dias para efetuar o depósito; mantém-se suspenso do exercício de funções e proibido de contactar trabalhadores e demais arguidos.
- A presidente da União de Associações de Comércio e Serviços (UACS), Carla Salsinha, ficou também suspensa de funções na associação e proibida de frequentar as suas instalações ou de contactar trabalhadores.
- O caso envolve contratos relativos à instalação de luzes de Natal entre a Castros e a autarquia de Lisboa, com suspeitas que se estendem a outras câmaras.
O secretário-geral da Câmara Municipal de Lisboa, um dos quatro detidos na operação Lúmen, foi libertado com medidas de suspensão. Mantém efetivamente a proibição de exercer funções e de frequentar as instalações do município. Também fica proibido de contactar trabalhadores ou demais arguidos, por qualquer via, inclusive por interposta pessoa.
O juiz de instrução criminal Pedro Miguel Vieira não confirmou a associação criminosa, mas reconheceu indícios de abuso de poder, corrupção ativa e corrupção passiva. Entre os crimes apurados constam 14 de abusos de poder, um de corrupção ativa e dois de corrupção passiva.
Um dos arguidos, alegadamente responsável pela Castros, obteve liberdade mediante caução de 100 mil euros, com devida apresentação no prazo de 10 dias. Mantém suspensão de funções e isolamento de contatos com trabalhadores e restantes arguidos.
A presidente da União de Associações de Comércio e Serviços, Carla Salsinha, também ficou suspensa das funções na UACS, sem frequência às instalações da associação nem contacto com funcionários.
Em causa estão contratos relativos à instalação de luzes de Natal entre a empresa e a autarquia de Lisboa, com outras câmaras também sob escrutínio em relação a possíveis irregularidades.
Entre na conversa da comunidade