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Tia de ‘Manu’ revela em tribunal o pesadelo da mãe após o homicídio

A tia de Manu relata no tribunal o pesadelo da mãe desde o homicídio de Manuel Oliveira, com a família a pedir indemnização de 750 mil euros

Manuel Gonçalves foi morto à facada em rixa à porta de um bar em Braga
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  • A tia de Manu relatou em tribunal o pesadelo vivido pela mãe do jovem desde o homicídio, contando que a rotina dela resume-se a visitas ao cemitério e ao memorial.
  • Avó e tios de Manu também prestaram declarações ao coletivo de juízes sobre o malogrado.
  • O arguido, de 27 anos e nacionalidade brasileira, é suspeito de ter esfaqueado Manuel Oliveira, de 19 anos, na noite de 12 de abril, junto à entrada do Bar Académico da Universidade do Minho, em Braga.
  • Segundo o Ministério Público, o crime ocorreu após um confronto no interior do bar, quando Manu viu o arguido adulterar a bebida de uma jovem; os dois foram expulsos e, na rua, o suspeito desferiu três facadas que provocaram a morte.
  • O arguido foi detido pela Polícia Judiciária de Braga dias depois, na zona centro do país. O MP acusa-o de homicídio qualificado e detenção de arma proibida, e pretende expulsão do território nacional após a pena. A família exige uma indemnização de 750 mil euros pela morte.

Uma tia de Manu revelou em tribunal o pesadelo vivido pela mãe do jovem desde o homicídio que ocorreu em Braga, no interior de um bar universitário. A statements apontam para o impacto diário da perda, com a mãe do jovem a dedicar grande parte do tempo a visitas ao cemitério e a um memorial de homenagem.

Também testemunharam a avó e outros familiares de Manu, que descrevem o ambiente familiar após o crime, no âmbito do coletivo de juízes presente na audiência. As declarações visam contextualizar o sofrimento na família do jovem.

Segundo a acusação pública, o arguido tem 27 anos e é nacionalidade brasileira. O Ministério Público sustenta que o crime ocorreu na noite de 12 de abril, junto à entrada do Bar Académico da Universidade do Minho, em Braga, após um confronto entre arguido e vítima. Alega-se que Manu detectou a adulteração de uma bebida por parte do arguido, que terá ocorrido no interior do bar, levando à expulsão e, na via pública, ao homicídio triplo.

O suspeito foi detido pela Polícia Judiciária de Braga dias depois, na zona centro do país, e responde por homicídio qualificado e detenção de arma proibida. O MP pediu ainda a expulsão do território nacional após o cumprimento da pena de prisão.

A família de Manu solicita uma indemnização de 750 mil euros pela morte do jovem, incluindo compensação pelos danos morais e materiais. A defesa ainda não divulgou detalhes de futuras diligências ou pedidos específicos relativos ao processo.

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