- O emigrante acusa dois advogados e a mãe de um deles de burla qualificada, relacionada com um empréstimo de 232 mil euros para um lar.
- O julgamento ocorre no Tribunal da Marinha Grande, com testemunhas e peritos a atuar no processo.
- A acusação sustenta que houve má-fé e que os advogados facilitaram a burla, com a mãe de um deles a participar na operação.
- O emigrante afirmou ter sido enganado e que a sua confiança foi traída.
- A defesa dos arguidos nega as acusações e garante que tudo foi feito dentro da legalidade, enquanto o caso continua a ser esclarecido com apresentação de provas.
O julgamento de um emigrante acusado de burla qualificada decorre no Tribunal da Marinha Grande. A acusação aponta que houve uma burla relacionada com um empréstimo de 232 mil euros para a construção de um lar.
Segundo a denúncia, estão ainda envolvidas a mãe de um dos advogados e dois advogados, que teriam facilitado o esquema. A mãe de um dos advogados é acusada de participação na operação.
Durante a audiência, o emigrante afirmou ter sido enganado e que a sua confiança foi traída. A defesa dos advogados negou as acusações, garantindo que atuaram dentro da legalidade. O processo continua.
Provas e depoimentos
Testemunhas e peritos recolhem contributos para esclarecer as condições do contrato e a devolução do montante. A acusação sustenta má-fé dos envolvidos, enquanto a defesa sustenta conformidade legal.
A audiência tem sido marcada por apresentação de documentos e depoimentos que visam apurar a verdade sobre o caso de burla qualificada. O júri continua a analisar as evidenciações antes de proferir decisão.
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