- Coimbra reforça a recolha de biorresíduos com uma rede de compostores comunitários que abrange todas as freguesias, para incentivar a separação e evitar o aterro.
- O primeiro compostor ficou junto à Junta de Freguesia de Torre de Vilela e Trouxemil; o restante do concelho segue‑se nas próximas semanas.
- A recolha de biorresíduos começou no verão de 2024; vão avançar a recolha porta a porta e uma rede de compostores familiares, com apoio do Fundo Ambiental.
- Em 2025, Coimbra recolheu 157 toneladas de biorresíduos; houve aumento de resíduos recicláveis em 2,2% em relação a 2024, totalizando cerca de nove mil e cem toneladas.
- Houve aumentos significativos na recolha de óleos alimentares usados (16,1%), resíduos elétricos e eletrónicos (11,3%, > 92 toneladas) e madeira (19,9%, 321 toneladas); a recolha de sucata caiu 7,7% (39 toneladas) e foram recolhidas 1.012 toneladas de resíduos de grandes dimensões; o município aponta impacto financeiro superior a um milhão de euros pela valorização e pela redução do envio a aterro.
A Câmara de Coimbra lançou a rede de compostores comunitários que, a partir de agora, vai abranger todas as freguesias para incentivar a separação dos biorresíduos e a recolha seletiva, reduzindo a deposição em aterro e os custos municipais.
O primeiro compostor fica junto à sede da Junta de Freguesia de Torre de Vilela e Trouxemil; nos próximos días seguem as restantes freguesias do concelho. A autarquia prevê também recolha porta a porta e uma rede de compostores domésticos, financiados pelo Fundo Ambiental.
A iniciativa integra a estratégia de reduzir resíduos destinados a aterro, num contexto em que o objetivo nacional e europeu é ter apenas 10% de resíduos sólidos urbanos nesse destino. Em Coimbra, a recolha de biorresíduos começou no verão de 2024.
Reforço da recolha e resultados de 2025
Em 2025, a Câmara destacou um aumento de 2,2% na recolha de resíduos recicláveis face a 2024, totalizando cerca de 9.1 mil toneladas. O município estima que as fontes de valorização contribuam para um impacto financeiro superior a 1 milhão de euros, pela poupança na deposição em aterro.
Entre os destaques do ano, registou-se um forte aumento na recolha de óleos alimentares usados (16,1%), e de resíduos elétricos e electrónicos (11,3%), com mais de 92 toneladas recolhidas em 2025. A recolha de madeiras aumentou 19,9%, para 321 toneladas.
A recolha de sucata foi, no entanto, menor em 7,7%, passando de 42 para 39 toneladas. Os serviços municipais recolheram ainda 1.012 toneladas de resíduos de grandes dimensões, face a 870 em 2024.
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