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Autarca identifica área para Campo de Tiro em Alter do Chão

Autarquia confirma área do Estado em Alter do Chão para transferir o Campo de Tiro de Alcochete, gerando preocupação ambiental com ruído e aves

O Campo de Tiro de Alcochete, onde vai ser construído o novo aeroporto da região de Lisboa, tem de ser relocalizado
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  • A Câmara de Alter do Chão indicou ter identificado uma área de terrenos do Estado para a transferência do Campo de Tiro de Alcochete.
  • A localização provisória fica perto do limite do concelho com Portalegre e Fronteira, mas, à partida, o projecto ocupará apenas terrenos no próprio concelho.
  • Ambientalistas da Quercus e de outras organizações alertam para impactos em aves e para o ruído, pedindo clarificações e uma avaliação de impacto ambiental rigorosa.
  • O Governo não apresentou datas nem custos; o processo inclui estudos, negociações com proprietários e eventual expropriação em parte da área.
  • A transferência está associada à desmilitarização dos terrenos de Alcochete e à construção do novo aeroporto de Lisboa, com a reclassificação a envolver cerca de duzentos militares e familiares.

Alter do Chão acolhe a possível relocalização do Campo de Tiro da Força Aérea, a partir de Alcochete, para terrenos do Estado no concelho. O autarca Francisco Miranda confirmou que já foi identificada uma área e que técnicos do Ministério da Defesa estão a definir a localização exata. O processo envolve negociações com proprietários após aprovar a transferência.

A Câmara de Alter do Chão diz que, na prática, o novo campo ficará no próprio concelho, junto a fronteiras com Portalegre e Fronteira. O objetivo, segundo o presidente, é desocupar Alcochete para a construção do aeroporto de Lisboa. O governo não divulgou datas nem custos, mas afirma que o processo passa por estudos ambientais e legais.

O grupo ambientalista Zero e a Quercus solicitam mais pormenores sobre o plano, destacando potenciais impactos na população local e nos habitats de aves. Submetem a necessidade de uma avaliação de impacto ambiental rigorosa antes de avançar.

Os ambientalistas também enfatizam que a área de Alter do Chão está integrada em diretivas europeias de proteção de espécies. Há preocupações com o ruído gerado pela atividade militar e com a preservação de áreas próximas de vida selvagem e turismo.

Os técnicos municipais e do Ministério da Defesa já iniciaram reuniões para clarificar a localização e as condicionantes ambientais. A perspetiva é que a nova instalação seja discutida com base em estudos e avaliações que deverá acompanhar o planeamento.

A quando de custos e prazos, o ministro da Defesa não avançou números; referiu que as verbas caberão ao Estado e às Infra-estruturas. A área prevista terá cerca de 7500 hectares, parte pública, com eventual expropriação caso não haja acordo.

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