- Mohommad Nazeer Paktyawal, 41 anos, que trabalhou com as Forças Especiais dos EUA, morreu num centro de detenção de imigrantes no Texas.
- Vivía em Richardson, Texas, com a esposa e seis filhos, e tinha um pedido de asilo pendente.
- A detenção ocorreu na sexta-feira de manhã, fora do apartamento dele, quando se preparava para levar os filhos à escola; foi transferido de urgência para um hospital onde faleceu na manhã de sábado.
- O ICE abriu uma investigação para apurar as causas da morte, ainda desconhecidas.
- A AfghanEvac informou que Paktyawal não tinha crimes nem processos pendentes; a morte é a 13ª de um migrante sob custódia federal em 2026, num contexto de aumento de detenções no ICE.
Mohommad Nazeer Paktyawal, afegão de 41 anos, morreu num centro de detenção de imigrantes no Texas neste fim de semana. Trabalhava com o Exército dos EUA e deixou o Afeganistão em 2021, após a retirada norte-americana. O pedido de asilo permanecia pendente.
Paktyawal vivia em Richardson, subúrbio de Dallas, com a esposa e seis filhos. A detenção ocorreu na sexta-feira de manhã, fora do apartamento, quando se preparava para levar os filhos à escola, segundo a AfghanEvac.
Na mesma tarde, as autoridades migratórias o transferiram de urgência para um hospital da região, onde faleceu na manhã de sábado. As causas da morte ainda não são conhecidas.
Investigation e contexto
O ICE abriu uma investigação ao caso. O Governo afirmou que Paktyawal começou a sentir dores no peito e dificuldade para respirar pouco depois da detenção, levando à transferência hospitalar.
A AfghanEvac afirmou que o afegão não tinha condenações ou processos pendentes, e pediu uma investigação urgente. A organização descreveu a morte como incomum e pediu transparência.
Dados nacionais
A morte de Paktyawal é a 13ª de um migrante sob custódia federal em 2026. No ano anterior, 30 pessoas morreram sob custódia do ICE, o que representou o nível mais alto em duas décadas.
Contexto histórico
Durante o governo Trump, as detenções de migrantes atingiram recordes, com mais de 73 mil detidos em janeiro, segundo dados divulgados à CBS News. Esses números ajudam a contextualizar o cenário atual.
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