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Casa para Viver apela a veto de Seguro para facilitar despejos

Casa para Viver entrega ao Presidente uma lista de reivindicações para travar despejos rápidos, mobilizando 14 cidades contra as medidas do Governo

Há manifestações agendadas em 14 cidades pelo direito à habitação
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  • O movimento Casa para Viver pediu ao presidente da República que vete as medidas do Governo para facilitar despejos.
  • Na primeira semana no Palácio do Belém, António José Seguro recebeu o movimento para alertar para o problema da habitação em Portugal.
  • André Escoval, porta-voz, disse ao Jornal de Notícias que é hora de apresentar novas medidas para não agravar a situação e pediu ação do presidente.
  • O movimento vai entregar, na segunda-feira, uma lista de reivindicações ao presidente, que visam garantir habitação digna para todos e contrariar as medidas do Governo de Luís Montenegro.
  • A visita marca o início da manifestação de vinte e um de março em catorze cidades, de norte a sul.

Ao longo da primeira semana no Palácio de Belém, António José Seguro recebeu o movimento Casa para Viver, que pretende alertar o Presidente da República para a situação da habitação em Portugal. O contacto encorajará ações que esbocem novas medidas para evitar o agravamento do problema.

O porta-voz André Escoval explicou ao JN que o movimento defende respostas rápidas e eficazes para garantir moradia digna a todos e questiona as medidas do Governo para acelerar os despejos. A posição é apresentada como um alerta às autoridades.

Caso o presidente aceite ouvir o movimento, a entrega de uma lista de reivindicações está prevista para sexta-feira, permitindo abrir espaço a debate institucional sobre habitação e proteção de famílias em situação vulnerável.

A visita de hoje marca o ponto de partida para a manifestação de 21 de março, planeada em 14 cidades de Norte a Sul do país. O objetivo é mobilizar a sociedade civil em torno do direito à habitação.

As ações acontecem num momento de tensão entre o governo e grupos da sociedade civil, que pedem políticas públicas mais robustas para impedir despejos e promover acesso estável à casa própria.

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