- O julgamento de Marius Borg, filho da princesa Mette-Marit, aproxima‑se do fim, com a última ex‑namorada a testemunhar.
- Ela relatou a noite de 3 para 4 de agosto de 2024, horas antes da primeira detenção, marcada por gritos, destruição de objetos e ameaças à vida.
- A testemunha afirmou que, ao longo da relação, Marius “perdia a cabeça” em surtos de violência que incluíam agressões físicas, insultos, ameaças e estrangulamentos.
- Descreveu danos no apartamento em Frogner, Oslo, incluindo espelho partido, lâmpada arrancada, telemóvel e auscultadores destruídos, e que ele a atirou contra a parede e a puxou pelo cabelo.
- Após o episódio, ele saiu para uma festa; a vítima refugiou-se na casa de uma amiga e chamou a polícia no dia seguinte; o julgamento continua com o testemunho da jovem.
Marius Borg, filho da princesa Mette-Marit, é acusado de agressão e estrangulamento. A testemunha de uma das ex-namoradas descreveu, na noite que antecedeu a primeira detenção, um ambiente de alto risco e violência. O caso está a chegar ao veredito do julgamento.
A vítima relatou uma noite marcada por gritos no apartamento em Frogner, Oslo, entre 3 e 4 de agosto de 2024. Ao longo da relação, o acusado apresentava surtos de violência, com agressões, insultos e ameaças recorrentes, segundo relatos de várias ex-parceiras.
O testemunho detalha agressões físicas graves, incluindo estrangulamento durante uma discussão em que foi acusada de infidelidade. Além disso, o apartamento sofreu destruição de objetos, como um espelho e acessórios, e houve arremesso de uma faca contra a parede.
A testemunha contou ainda que, após a troca de violência, o acusado abandonou o local para uma festa, enquanto ela se refugiava na casa de uma amiga e contactava a polícia no dia seguinte. Uma chamada gravada foi apresentada no julgamento, com novas ameaças por parte do enteado do príncipe Haakon.
O processo continua, com a jovem a continuar o seu testemunho. Os procuradores apresentam o caso como parte de um padrão de comportamento agressivo e recorrente por parte de Marius Borg, com foco nos factos ocorridos naquela noite.
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