- Editorial gráfico de Eduardo Souto de Moura, arquitecto, criada no 36.º aniversário do PÚBLICO, em que ele atua como director por um dia.
- Souto de Moura afirma que desenhar casas é quase uma obsessão e que a obsessão pode ter raízes psicanalíticas.
- Questiona por que a casa recorrente aparece sempre, sugerindo que a sublimação ajuda a lidar com os problemas.
- Explica que, às vezes, a sublimação permite avançar sem ficar paralisado pelos obstáculos, assumindo a arquitectura como uma forma de sublimação.
- A edição inclui a entrevista com o arquitecto e tem uma página dedicada à edição especial dos 36 anos do jornal.
O editorial gráfico intitulado A minha casa, assinado por Eduardo Souto de Moura, marca o 36.º aniversário do PÚBLICO. A peça apresenta o arquiteto como director por um dia, explorando, através de desenhos, a obsessão pela casa.
Souto de Moura afirma que desenhar casas tem uma dimensão quase obsessiva. Acrescenta que a obsessão pode ter um início psicanalítico e que a sublimação ajuda a avançar, sem transformar a vida em problema permanente.
A entrevista completa está disponível no site do PÚBLICO, juntamente com a página dedicada à edição especial de aniversário. A peça parte de reflexões sobre arquitetura, felicidade e o papel da sublimação na prática criativa.
Entre na conversa da comunidade