- Marcelo Rebelo de Sousa apresentou o retrato oficial criado por Alexandre Farto (Vhils) no Museu da Presidência.
- A obra, produzida em cerca de seis meses no estúdio de Vhils no Barreiro, é uma colagem de recortes de jornais sobre acontecimentos do país entre 2016 e 2026, a partir de uma fotografia de Rui Ochoa.
- Este é o primeiro retrato oficial da Presidência portuguesa que não é pintado, passando a integrar a galeria de retratos do museu.
- Vhils ofereceu o retrato à Presidência, propondo que o valor seja utilizado para adquirir obras de artistas emergentes para a coleção do museu; já foram adquiridas 11 peças por recomendação.
- As obras adquiridas incluem trabalhos de ±MaisMenos±, Mantraste, Fidel Évora, Unidigrazz, Pantonio, Marta Pinto Machado, João Amado, Ana Aragão, Ana Malta, Francisco Vidal e Kindumba, com mais aquisições previstas para reserva e rotação.
Marcelo Rebelo de Sousa tem um retrato oficial criado por Alexandre Farto, conhecido como Vhils. A apresentação ocorreu esta quarta-feira no Museu da Presidência, com a presença da família, amigos, equipa presidencial e uma professora de infância do artista. A cerimónia reuniu também o repórter fotográfico Rui Ochoa, fotógrafo oficial do Presidente.
A obra é fruto de uma escolha de Marcelo para Vhils, segundo a Presidência. O processo criativo decorreu durante cerca de seis meses, no estúdio do artista no Barreiro, com vários estudos e versões em paralello. O retrato nasce a partir de uma fotografia de Ochoa e de uma seleção de jornais e revistas sobre acontecimentos relevantes do país e dos mandatos presidenciais.
A técnica usada pela obra é de colagem de recortes de imprensa, criados entre 2016 e 2026. Assim, o retrato torna-se o primeiro da galeria do museu a não recorrer à pintura. A peça passa a integrar a coleção do museu, substituindo retratos anteriores de Cavaco Silva, Sampaio e Soares.
Aquisição para a coleção do museu
Vhils ofereceu o retrato à Presidência, propondo que o valor resultante fosse utilizado para adquirir obras de artistas emergentes. A sugestão foi aceite, com a pretensão de criar uma tradição no museu. A compra já abrange 11 obras de artistas como ±MaisMenos±, Mantraste, Fidel Évora, Unidigrazz, Pantonio, Marta Pinto Machado, João Amado, Ana Aragão, Ana Malta, Francisco Vidal e Kindumba.
Depois da primeira aquisição, a Presidência planeia ainda adquirir duas obras para reserva e uma de rotação, de artistas AKA Corleone, Tamara Alves e Raquel Belli, de acordo com as recomendações do artista.
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