- A estimativa indica que, em 2050, 368 mil portugueses terão demência, com quase 38 em cada mil a viver com a condição.
- A falta de profissionais de saúde, as desigualdades sociais e os mitos sobre as demências atrasam o diagnóstico e a prevenção.
- Na Europa, 53,5% dos casos de demência não são detectados.
- Portugal tem a segunda população mais envelhecida da União Europeia, o que agrava o desafio.
- O relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico aponta fragilidades nas políticas de saúde em Portugal e noutros países.
Portugal pode ter quase 38 pessoas em cada mil a viver com demência em 2050, segundo projecções da Alzheimer Europe. A previsão surge num contexto de envelhecimento populacional no país.
A análise aponta para subdiagnóstico significativo, agravado pela falta de profissionais de saúde, desigualdades sociais e mitos a respeito das demências. Estas condições dificultam o diagnóstico precoce.
A OCDE identifica fragilidades nas políticas de saúde em Portugal, refletidas na prevenção insuficiente e no acesso desigual aos cuidados médicos. Portugal apresenta a segunda população mais envelhecida da União Europeia.
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