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Saúde em greve por progressões de carreira e fim de turnos abusivos

Greve na saúde entre as 0h e as 24h exige fim de turnos de 14 a 16 horas e reposição de pontos no SIADAP para desbloquear progressões

Trabalhadores da saúde em greve por progressões e fim de turnos abusivos
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  • Greve da saúde hoje, entre as 0h00 e as 24h00, convocada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS), para exigir o fim de jornadas de 14 e 16 horas e um subsídio de risco para técnicos auxiliares.
  • Reivindica contratação de pessoal para cessar a precariedade laboral e acusa as Unidades Locais de Saúde (ULS) de incumprimento do sistema de avaliação de desempenho, com reflexos nas progressões de carreira.
  • Abrangidos pelo pré-aviso estão auxiliares de saúde, assistentes técnicos e operacionais, que reivindicam tratamento igual a outras carreiras.
  • Exige reposição de pontos no âmbito do SIADAP (sistema de avaliação de desempenho) e cumprimento das percentagens para as classificações que permitem progressões profissionais.
  • O objetivo é evitar o congelamento de carreiras e permitir progresses na carreira.

Trabalhadores da saúde cumprem nesta terça-feira um dia de greve para exigir o fim do que consideram jornadas de trabalho abusivas, com turnos de 14 e 16 horas, e um subsídio de risco para técnicos auxiliares. A paralisação decorre entre as 0h00 e as 24h00, convocada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS).

O STTS acusa as Unidades Locais de Saúde (ULS) de incumprimento reiterado das obrigações legais no sistema de avaliação de desempenho, com reflexos nas progressões na carreira. Os trabalhadores defendem a reposição de pontos no SIADAP e o cumprimento das percentagens que permitem progressão profissional. Dizem que sem isso ocorre o congelamento de carreiras.

A greve envolve auxiliares de saúde, assistentes técnicos e operacionais, que reivindicam igualdade de tratamento com outras carreiras. O objetivo é reduzir precariedade laboral e reforçar a contratação de pessoal, segundo o sindicato.

Quem está envolvido

  • Sindicalistas do STTS, representando trabalhadores de serviços e entidades com fins públicos.
  • Trabalhadores da saúde abrangidos pelo pré-aviso: auxiliares de saúde, assistentes técnicos e operacionais.
  • Unidades Locais de Saúde (ULS), como possíveis responsáveis pela implementação de medidas.

Reivindicações e impactos

  • Fim de turnos de 14 a 16 horas e subsídio de risco para técnicos auxiliares.
  • Reposição de pontos no SIADAP e cumprimento de percentagens de progressão.
  • Aumento da contratação de pessoal para evitar precariedade e garantir progressões na carreira.

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