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Sargo pode ser pescado na Costa Vicentina após o defeso

Defeso do sargo na Costa Vicentina foi encurtado em quinze dias e terminou no último domingo; pescadores exigem revisão das regras e evidências científicas

Já se pode pescar sargo na Costa Vicentina depois do defeso
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  • O período de defeso do sargo na Costa Vicentina terminou no domingo passado, no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.
  • O Governo encurtou o defeso em quinze dias, fixando o período apenas entre 1 e 28 de fevereiro.
  • Pescadores lúdicos consideram a alteração insuficiente e pedem revisão das regras, bem como evidência do impacto da pesca lúdica.
  • João, pescador, percorre 88 km aos fins de semana para pescar em Aljezur, mas não viajou no último mês durante o defeso.
  • O porta-voz das Comissões de Pescadores da Costa Portuguesa, David Rosa, diz que são necessários estudos científicos para justificar o facto de o período de defeso ser aplicado apenas nesta zona.

O período de defeso do sargo terminou no último domingo no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. O Governo encurtou o defeso em 15 dias este ano, fixando-o entre 1 e 28 de fevereiro. Apesar da mudança, os pescadores lúdicos afirmam que é insuficiente e pedem uma revisão das regras.

Segundo relatos, muitos pescadores lúdicos deslocaram-se até ao topo das falésias da Costa Vicentina para pescar logo no regresso do defeso. João, que percorre 88 km até Aljezur aos fins de semana, não manteve o trajeto habitual no último mês devido ao período de defeso.

O Governo descreve a retirada de 15 dias como um sinal positivo, mas os pescadores contestam a medida. Alegam que o sargo desovas fora da Costa Vicentina e questionam a eficácia de apenas um mês de defeso naquela zona.

Reações e perspetivas

Do lado dos pescadores, Luís Pedro defende que o defeso não reflete a abundância da espécie na região e que a medida deveria abranger outras zonas. Já David Rosa, porta-voz das Comissões de Pescadores da Costa Portuguesa, solicita evidências científicas que expliquem o impacto da pesca lúdica e a relevância de manter o defeso apenas na Costa Vicentina.

As partes indicam a necessidade de estudos que justifiquem as regras atuais e o seu enquadramento geográfico, sem apontar conclusões. Fontes citadas pelo CM destacam o pedido por uma avaliação mais ampla do impacto da pesca recreativa.

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