- As cinco comissões de coordenação e desenvolvimento regional (CCDR) contam com trinta e sete gestores públicos.
- Durante o mandato de quatro anos, esses gestores vão auferir salários e despesas de representação que somam quase dezassete milhões de euros.
- Desses trinta e sete gestores, trinta e dois são vice-presidentes das CCDR.
- Os trinta e dois vice-presidentes foram nomeados na sexta-feira pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro.
- Existem ainda cinco presidentes das CCDR, totalizando o grupo de gestores públicos.
Os governos regionais, através das CCDR, vão ter 37 gestores públicos a custar quase 17 milhões de euros ao longo do mandato de quatro anos. O montante cobre salários e despesas de representação.
Entre os 37 gestores, destacam-se 32 vice-presidentes. Foram nomeados pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, na passada sexta-feira, para acompanhar os cinco presidentes de cada CCDR.
A decisão fixa o quadro de gestão das cinco comissões de coordenação e desenvolvimento regional. O objetivo é definir a equipa dirigente responsável pela coordenação regional e financiamento de projetos.
Segundo fontes oficiais, o montante pedido cobre vencimentos e despesas necessárias ao funcionamento das CCDR, incluindo viagens, representação institucional e despesa operacional. A evolução salarial é pertinente para acompanhar a gestão regional.
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