- Democratas e críticos republicanos pressionam para restringir os poderes de guerra do presidente.
- Trump volta a ignorar o Congresso, os conselheiros e críticos internos numa possível ofensiva contra o Irão.
- O eleitorado não o acompanha, aponta o artigo.
- O Chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, revelou reservas sobre um novo ataque, alertando para o risco de conflito prolongado e para uma retaliação iraniana.
- Teerão não é Caracas e os Estados Unidos não dispõem, neste momento, de todos os recursos bélicos para mitigar uma resposta em larga escala.
Donald Trump voltou a sustentar uma posição controlo em relação a um possível ataque ao Irão, atraindo críticas de democratas e de alguns republicanos. A defesa pública do uso autorizado de poderes de guerra permanece central no debate político dos EUA.
O tema envolve o equilíbrio entre o poder presidencial e o controlo do Congresso. Parlamentares democratas e alguns republicanos defendem restrições ao recurso presidencial a ações militares, apurando salvaguardas legais e o escrutínio parlamentar.
Em Washington, fontes próximas ao inquérito apontam que o chefe de Estado-Maior Conjunto, o general Dan Caine, expressou reservas sobre um novo ataque. As preocupações centram-se nos riscos de um conflito prolongado com o Irão e na capacidade militar dos EUA para responder a uma retaliação em grande escala.
A discussão ocorre num momento de tensão regional e de debates sobre custos humanos e militares. Analistas destacam que Teerão poderá reagir de forma escalonada, aumentando a incerteza sobre o desfecho de qualquer operação militar.
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