- O Observatório Europeu do Sul publicou uma fotografia inédita da zona molecular central (CMZ) da Via Láctea para ajudar a entender a formação de estrelas.
- A imagem mostra gás cósmico frio responsável pela formação estelar no coração da galáxia; as nuvens aparecem roxas e cor-de-rosa.
- A foto foi publicada na quarta-feira, 25 de fevereiro, pelo ESO e revela detalhes sem precedentes da CMZ.
- A região fotografada tem mais de 650 anos-luz de diâmetro e é composta por gás em condições extremas, invisíveis aos olhos.
- Trata-se da maior imagem já obtida pela rede de antenas ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), no deserto de Atacama, Chile, gerida pelo ESO, pelos EUA e pelo Japão.
O Observatório Europeu do Sul (ESO) publicou na quarta-feira, 25 de fevereiro, uma fotografia inédita da Zona Molecular Central da Via Láctea. A imagem foi capturada pela rede de antenas ALMA, sediada no deserto de Atacama, no Chile, e revela o gás responsável pela formação de estrelas no coração da galáxia.
A fotografia mostra uma região com mais de 650 anos-luz de diâmetro, composta por gás cósmico frio em condições extremas que não são visíveis a olho nu. O objetivo é esclarecer como estrelas e planetas se formam em agrupamentos densos, processo que pode ter dado origem à maioria das estrelas do Universo.
A divulgação envolve o ESO e a parceria entre Estados Unidos e Japão, com a ALMA como instrumento principal. Trata-se da maior imagem já obtida pela rede, destacando detalhes da chamada Zona Molecular Central da Via Láctea.
Detalhes da imagem
A imagem foca em gases na CMZ, mostrando estruturas que ajudam a entender as condições de formação estelar no centro da nossa galáxia. A observação amplia o conhecimento sobre os mecanismos de formação estelar em ambientes extremos.
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