- Cerca de 120 famílias em Chelas, Lisboa, estão sem água desde as 02h00 da madrugada, em dois prédios de sete andares.
- A interrupção ocorreu depois de uma rutura no 7.º andar ter provocado um curto-circuito que colocou os residentes em risco.
- Os moradores responsabilizam o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), proprietário do edifício, alegando que foi avisado há 40 dias e nada foi feito.
- Uma moradora ao CM afirmou que houve uma habitação que esteve em risco de incêndio com três menores no interior.
- A EPAL só terá solução se o IHRU assumir a responsabilidade; os moradores recorrem a água engarrafada e o CM ainda não obteve resposta do IHRU.
Cerca de 120 famílias ficaram sem abastecimento de água desde as 02h00 da madrugada, em dois prédios de sete andares em Chelas, Lisboa. A interrupção deveu-se a uma rutura no 7.º andar que alegadamente originou um curto-c circuito, colocando em risco os residentes. O proprietário do edifício é o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU).
Os moradores responsabilizam o IHRU pela falta de intervenção, afirmando que foi comunicado há cerca de 40 dias sobre a rutura. Alega-se ainda que houve uma habitação em risco de incêndio com três menores no interior. A EPAL, empresa responsável pelo abastecimento, terá indicado que só resolve a situação mediante uma assunção de responsabilidade por parte do IHRU.
Enquanto não há solução definitiva, os residentes recorrem a água engarrafada para as necessidades básicas. O contacto com o IHRU para esclarecer a situação foi feito por e-mail pelo CM, sem resposta até ao momento.
Situação atual
A rede de água permanece indisponível nos dois blocos. Não há confirmação oficial sobre o que provocou a rutura nem sobre o tempo estimado de reposição. A comunidade mantém o monitoramento junto das entidades competentes.
Reações e próximos passos
Os moradores aguardam uma intervenção célere para restabelecer o abastecimento e evitar novos riscos. Não foram ainda divulgados prazos oficiais pelas entidades envolvidas. A administração local não comunicou medidas alternativas de apoio temporário.
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