- Nova exposição no MAC/CCB foi concebida para ziguezaguear e, segundo os curadores, a obra Ellipse tem maior peso na mostra.
- Quase metade das obras da mostra “Posso Ajudar?” pertence ao acervo reunido sobre a esfera do falido Banco Popular Português (BPP).
- A diretora do museu garante que o novo comodato não restringe opções expositivas e visa facilitar a gestão da coleção.
- A instalação de Bruno Zhu é descrita como um corpo sem carne, com um fio dourado suspenso que forma uma estrela de cinco pontas sobre a sala.
- Os curadores destacam o caráter quase invisível da instalação, resultado de luz e material que a tornam sutil no espaço expositivo.
O MAC/CCB abriu uma nova exposição que destaca a obra Ellipse, considerada a peça com maior peso na mostra, intitulada Posso Ajudar?. Parte do acervo da exposição está ligada ao acervo do BPP, objeto de falência, segundo os dados já disponíveis. A curadoria descreve a instalação como um corpo quase invisível, composto por fio dourado.
A direção do museu afirma que o novo comodato não restringe opções expositivas e que o acordo veio facilitar a configuração da mostra, questionando a relação entre acervo público e recursos privados. A narrativa da exposição envolve o uso de obras com origem no acervo do BPP, conforme a curadoria.
Entre as peças, destaca-se uma instalação de Bruno Zhu, descrita pela curadoria como um monumento precário. O trabalho utiliza o fio dourado que, suspenso acima da sala, forma uma estrela de cinco pontas, visível apenas pela iluminação e pelo material utilizado.
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