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Quadro vendido em 2025 é o segundo mais caro da história

Retrato de Elisabeth Lederer de Klimt vendeu-se por 204 milhões de euros, o segundo posto entre obras mais caras, atrás de Salvator Mundi de Da Vinci

Retrato de Elisabeth Lederer
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  • O Retrato de Elisabeth Lederer, de Gustav Klimt, foi arrematado por 236,4 milhões de dólares (204 milhões de euros) em leilão, ficando em segundo lugar na lista das obras de arte mais caras já vendidas.
  • O primeiro lugar é ocupado por Salvator Mundi, de Leonardo da Vinci, vendido em 2017 por 450 milhões de dólares (390 milhões de euros).
  • Outros Klimt vendidos a valores elevados: Prado Florido, por 86 milhões de dólares, e Encosta da floresta em Unterach am Attersee, por 68,3 milhões de dólares.
  • As principais casas de leilões, Sotheby’s e Christie’s, registaram vendas totais de arte no ano anterior que chegaram a 13 mil milhões de dólares.
  • Além de quadros, destacaram-se peças como a sanita em ouro maciço de Maurizio Cattelan (12,1 milhões de dólares), o Ovo de Inverno de Fabergé (cerca de 26 milhões de euros), um relógio de ouro recuperado do Titanic (cerca de dois milhões de euros) e o vestido de Marilyn Monroe (5,6 milhões de dólares em 2011).

O mercado de arte voltou a fazer história em 2025 com a venda, em leilão, do “Retrato de Elisabeth Lederer”, de Gustav Klimt, por 236,4 milhões de dólares (204 milhões de euros). O quadro é o segundo mais caro já vendido em leilão.

O retrato foi confiscado pelos alemães durante a Segunda Guerra Mundial e recuperado em 1980. Mesmo assim, entrou rapidamente para o top das obras de Klimt vendidas em leilão, sem atingir o valor do quadro mais caro já vendido, o “Salvator Mundi”, atribuído a Leonardo da Vinci e adquirido por 450 milhões de dólares em 2017.

Entre as obras de Klimt que alcançaram valores elevados estão também “Prado Florido” (86 milhões de dólares) e “Encosta da floresta em Unterach am Attersee” (68,3 milhões de dólares). O mercado de arte, com as casas de leilões Sotheby’s e Christie’s, registou vendas globais de cerca de 13 mil milhões de dólares no último ano.

Outras peças em destaque

Não apenas quadros atingem cifras expressivas em leilões. A arte conceituada por provocação inclui a sanita em ouro maciço de 18 quilates de Maurizio Cattelan, vendida por 12,1 milhões de dólares. Peças com história, como o “Ovo de Inverno” de Fabergé, comprado por cerca de 26 milhões de euros, também marcaram o ano.

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