- Domenico, o menino italiano de dois anos que recebeu um transplante de coração em 23 de dezembro de 2025, morreu neste sábado após uma paragem cardíaca durante a madrugada.
- O Hospital Monaldi, em Nápoles, confirmou a morte e manifestou condolências à família, mencionando a deterioração súbita do quadro clínico.
- A primeira-ministra Giorgia Meloni informou que a Itália está de luto pela morte do jovem “guerreiro” e pediu esclarecimentos às autoridades.
- O caso estava a ser investigado devido ao transporte do coração em contacto com gelo seco, alegadamente danificando tecidos, num trajeto superior a 800 km de Bolzano para Nápoles.
- A promotoria abriu investigação que inicialmente mirava seis profissionais de saúde; com a morte de Domenico, podem enfrentar acusações de homicídio culposo. O coração chegou ao hospital supostamente “queimado” pelo congelamento, segundo o advogado da família.
Domenico, o menino italiano de dois anos que recebeu um transplante de coração em dezembro, morreu neste sábado no Hospital Monaldi, em Nápoles. A cirurgia ocorreu a 23 de dezembro de 2025. A morte ocorreu após uma paragem cardíaca durante a madrugada.
O hospital confirmou a perda do paciente, descrevendo uma deterioração súbita e irreversível do estado de saúde. A direção e os profissionais de saúde manifestaram condolências à família.
A investigação aberta pela promotoria continua a apurar as circunstâncias do transplante, nomeadamente a forma de transporte do órgão. Seis profissionais de saúde estavam sob escrutínio.
Investigação e reações oficiais
Segundo o advogado da família, o coração terá chegado a Nápoles num estado danificado por congelação, transportado de Bolzano numa caixa inadequada com gelo seco, o que terá causado danos aos tecidos.
A governante italiana, primeira-ministra Giorgia Meloni, reagiu publicamente, afirmando que a Itália está de luto pela perda do menino e que as autoridades irão esclarecer o sucedido. Patrizia e Antonio são os pais de Domenico.
O rapaz esteve quase dois meses em suporte de vida no hospital de Nápoles, aguardando avaliação clínica e recuperação após o transplante. A investigação pode derivar em novas acusações conforme o evoluir do inquérito.
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