- A exposição Húmus está patente no Atelier-Museu Júlio Pomar, em Lisboa, até abril, em diálogo com a obra do mestre.
- A mostra celebra o centenário de Júlio Pomar, que faria 100 anos em 2026.
- O Atelier-Museu utiliza o formato de diálogo entre a obra de Pomar e a de outros artistas, como norma da instituição.
- O conjunto reúne diálogos entre Júlio Pomar, Graça Morais e Daniel Moreira/Rita Castro Neves.
- A iniciativa insere-se nas comemorações da efeméride e revela uma leitura da natureza em devir através da arte.
O Atelier-Museu Júlio Pomar, em lisboa, apresenta a exposição Húmus, no centenário do artista. A mostra celebra a efeméride com várias iniciativas, mantendo a prática da casa: dialogar a obra de Pomar com a de outros artistas.
Até abril, a exposição destaca a relação entre Pomar e nomes como Graça Morais, além de obras de Daniel Moreira e Rita Castro Neves. O objetivo é revelar convergências e contrastes entre as gerações.
Húmus surge como uma reflexão sobre a natureza em devir, tema recorrente na produção do pintor. A curadoria pretende contextualizar a obra de Pomar dentro de uma rede de vozes contemporâneas.
A abertura da mostra ocorreu recentemente e insere-se numa programação que acompanha o centenário. O público pode acompanhar o diálogo entre as peças, com a curadoria a explicar as escolhas de integração entre artistas.
A instituição sublinha que a exposição reforça o papel do Atelier-Museu Pomar na salvaguarda do legado artístico. A próxima fase da mostra está prevista para o mês seguinte, ainda sem datas definidas.
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