- O programa Cybertech Acceleration, que começa a 23 de fevereiro, leva 12 startups portuguesas de cibersegurança para uma imersão de dois meses em Silicon Valley, com visitas à Apple e uma sessão na Google sobre Inteligência Artificial.
- Esta é a segunda edição do programa, organizado pela incubadora Incubou de Vila Nova de Gaia, e a primeira passagem pela Califórnia, com foco em capacitação, angariação de investimento e networking; quatro empresas procuram investimento.
- As startups selecionadas são Cyberx, Vulneri, Foco em Sec, Bythelaw, Evidencify, Cybermentor, Blueauth, Resh, Limanade, Cittadino, Securenova e Prepara, todas com produto mínimo viável validado e visão de internacionalização.
- O critério principal foi a traçao dos produtos e a capacidade de expansão internacional, para evitar visitas a ecossistemas sem valor demonstrado.
- A imersão inclui mentoria de Krystel Leal, visitas ao Plug and Play e Circuit Launch, encontros com Nvidia e Salesforce, sessão com a CrowdStrike, reuniões com business angels e capitais de risco, e uma receção no Consulado de Portugal em São Francisco, com início a 23 de fevereiro e conclusão no final de maio.
O programa português de aceleração em cibersegurança Cybertech Acceleration arranca a 23 de fevereiro e envolve 12 startups nacionais na sua viagem de internacionalização para uma imersão em Silicon Valley. O projeto visa promover a expansão internacional e o relacionamento com investidores.
A iniciativa é da Incubou, uma incubadora com sede em Vila Nova de Gaia, já na sua segunda edição. Este ano a aceleração passa pela Califórnia, com visitas planeadas à Apple e uma sessão sobre Inteligência Artificial na Google.
O objetivo é absorver a mentalidade do Vale do Silício, identificar parceiros e oportunidades de negócio, e facilitar o networking entre as empresas portuguesas. Entre os grupos em busca de investimento, quatro procuram ligações a capitais de risco.
As doze startups selecionadas abrangem áreas de segurança digital, compliance e questões regulatórias em cibersegurança, incluindo Cyberx, Vulneri, Foco em Sec, Bythelaw, Evidencify, Cybermentor, Blueauth, Resh, Limanade, Cittadino, Securenova e Prepara.
Um dos critérios centrais foi a tração dos produtos e a capacidade de internacionalização. As equipas precisam de um MVP validado para demonstrar valor junto de potenciais clientes e mercados.
Desdobramentos do programa
A primeira edição do Cybertech Acceleration já mostrou resultados positivos, com aumento de faturação e investimento obtido pelas startups. O foco permanece na capacitação, angariação de investimento e networking, pilares da iniciativa.
A edição em curso tem uma duração de dois meses e inclui a mentoria de Krystel Leal, baseada em Silicon Valley. O apoio está alinhado com o Plano de Recuperação e Resiliência, segundo a organização.
Na Califórnia, a agenda inclui visitas ao Plug and Play e ao Circuit Launch, bem como encontros com Nvidia, Salesforce e a CrowdStrike. Estão previstas reuniões com business angels, investidores e uma receção no Consulado de Portugal em São Francisco.
O arranque está marcado para 23 de fevereiro, e a imersão em Silicon Valley deverá ocorrer no fim de maio, consolidando o objetivo de alavancar a internacionalização das startups lusas.
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