Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Pacto Climático Europeu solicita às autarquias aplicar a lei das beatas

Pacto Climático Europeu e Ecomood exortam autarquias a aplicar a lei de 2019 contra beatas, destacando poluição persistente e falta de fiscalização

Beatas de cigarros nunca se decompõem totalmente e libertam substâncias tóxicas na natureza
0:00
Carregando...
0:00
  • A lei que proíbe deitar beatas de cigarro no chão está em vigor há seis anos (Lei 88/2019), mas é pouco aplicada e fiscalizada.
  • O Pacto Climático Europeu e a Ecomood pedem às autarquias para cumprir a lei, aplicando coimas e responsabilizando quem descartar beatas no espaço público.
  • Não há fiscalização consistente nem registo de sanções segundo as organizações, que enviaram uma carta à Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) para mobilizar as câmaras.
  • A beata demora entre dez e doze anos a desintegrar-se, libertando microplásticos e substâncias tóxicas que poluem água e solo.
  • Reclamam sensibilização, disponibilização de cinzeiros e fiscalização por entidades como a ASAE, a PSP e a Polícia Marítima, para apoiar o cumprimento da lei.

Aipesa a cumprir a lei: o Pacto Climático Europeu (PCE) e a Ecomood exigem às autarquias portuguesas que apliquem a legislação que proíbe deitar beatas no espaço público. A norma, vigente desde 2019, não tem sido fiscalizada de forma consistente.

Segundo as organizações, não há registo de sanções nem fiscalização estável sobre a Lei 88/2019, que responsabiliza indivíduos e empresas pela recolha de beatas, cabendo às autarquias, à ASAE e às forças de segurança assegurar a fiscalização.

Beatas de cigarro são apontadas como poluentes persistentes: desintegram-se entre dez e doze anos e libertam microplásticos e substâncias tóxicas. O custo ambiental estimado a partir de um estudo de 2023 fica nos 23,5 mil milhões de euros por ano.

O que está em causa

O PCE e a Ecomood defendem a aplicação de coimas a quem descarte pontas de cigarro no chão, bem como a disponibilização de cinzeiros em espaços públicos. Também pedem maior sensibilização e fiscalização coordenada entre autarquias e entidades nacionais.

As organizações destacam que a lei continua sem ser aplicada seis anos após a sua aprovação, e solicitam que os municípios atuem com maior eficácia na fiscalização, sem ampliar o volume de regulamentos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais